assassinospornatureza

Ouvindo a rádio hoje sobre a história desse garoto do Sul, Bernardo Boldrini, suspeito de ter sido assassinado pela madrasta com ajuda do pai e de uma amiga após anos de rejeição me deixam assim impressionado. Sempre que ocorre alguma desses crimes, eu acaba fazendo uma breve consulta sobre os perfis dos criminosos e o que mais me espanta é a normalidade que são suas vidas, contadas nas redes sociais. Fotos felizes, relacionamento com vários amigos, passeios, projetos de trabalho, comentários comuns, etc… Uma vida aparentemente normal como a minha ou a sua. Ai é que entra o espanto… como as redes sociais vendem mentiras, quase que o tempo todo. Toda a vida parece ser fantasiada, tudo perfeitamente editado. É claro que nem todos são assim, mas uma maioria impressionante está ali, contando mentiras, às vezes pra si mesmo. Todo mundo quer contar sua história, numa busca incansável por aprovação, por “likes” em cada postagem, mesmo que essa postagem não tenha nada de verdade. Ainda não há provas formadas sobre o envolvimento dos suspeitos, porém, fato é que essa criança era completamente rejeitada e com fortes indícios de maus tratos, já observado bem antes de seu assassinato. E cada vez parece que surgem mais notícias similares à essa, de pessoas aparentemente normais mas que se revelam verdadeiros psicopatas. Já parou pra pensar que nós podemos conhecer alguém assim? E o que é pior, sem qualquer sinal de desvio de personalidade.

Olha, vejo que a cada dia estamos mais perto da loucura surreal contada no filme “Assassinos Por Natureza”, dirigido pelo Oliver Stone em 1994… Se não viu, assista e olhe para onde caminha essa sociedade. 

TRECHO DO FILME

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Solidarity demonstration at Al-Aqsa Mosque

Fiéis muçulmanos entraram em confronto com a polícia de Israel

A Esplanada das Mesquitas de Jerusalém – chamada pelos judeus de Monte do Templo – foi fechada aos visitantes após confrontos entre palestinos e as forças de segurança de Israel. Segundo a agência de notícias Maan, dezenas de pessoas teriam ficado feridas.    

De acordo com o porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld, citado pela imprensa local, a violência estourou quando os oficiais da estação de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) localizada perto da Porta de Mughrabi abriram a passagem ao local. Foram usadas bombas de efeito moral e balas de borracha para dispersar os manifestantes.    

Recentemente, cerca de 100 palestinos decidiram ficar noite e dia na Esplanada para barrar as tentativas dos judeus de extrema-direita de se reunir ali. O lugar é considerado sagrado tanto pelo islã como pelo judaísmo, e por conta disso tem sido fonte de constantes tensões entre os dois grupos.    

Atualmente, os que não são muçulmanos podem visitar a Esplanada, mas os judeus não podem rezar nela, e frequentemente aqueles mais nacionalistas tentam entrar no local para reivindicar seu direito de orar. 

Fonte: Jornal do Brasil

VÍDEO DO CONFRONTO

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17P Holmes

Assista ao vivo ao primeiro dos quatro eclipses lunares, conhecidos como Luas de Sangue. Este evento astronômico está sendo transmitido pelas principais agências e organizações espaciais. Cliquem no vídeo e esperem a contagem regressiva. Aproveitem:

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Luas de Sangue Israel

Estudiosos cristãos de judeus apontam para tempos proféticos coincidindo com sinais nos céus (luas de sangue)

De tempo em tempos especialistas em profecias apontam para os sinais de cumprimento de alguma revelação bíblica. Os próximos dois anos serão marcados por diversos “sinais nos céus”, já conhecidos e previstos pela astronomia. Para eles, trata-se claramente da abertura de um dos selos descritos em Apocalipse 6.

O primeiro “alerta para a igreja” veio em 2008, quando o assunto foi levantado pelo pastor Mark Biltz, que é descendente de judeus. Ele afirmava ter feito uma descoberta surpreendente. Biltz estava estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.

“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda.” esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, implicando na comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus.

profecia israel lua sangueEle lembra de textos como Joel 2:31: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do SENHOR”, repetido em Atos 2:20. Também aponta para Mateus 24:29-30, quando Jesus diz “o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz. … E então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” e Lucas 21:11: “haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu”.

“Deus quer que olhemos para o calendário bíblico, pois ele vai sinalizar sua vinda… precisamos estar atentos às festividades bíblicas, pois são todas proféticas”, afirma Biltz, pastor da igreja El Shaddai em Bonney Lake, Washington. Ao fazer uma análise sobre o fenômeno conhecido como “lua de sangue”, que ocorre quando o Sol fica em frente à Lua no firmamento, Biltz notou que esse tipo de eclipse lunar ocorreria justamente durante as festas bíblicas em 2014 e 2015. O pastor acredita que ao se tratar de sinais na terra, como fomes, pestes e guerras, a humanidade já está acostumada a ouvir falar, mas não ocorrer o mesmo quando são sinais no céu.

Convencido da importância desse fator, o pastor John Hagee fez um estudo aprofundado sobre esses eventos. Este ano, lançou um livro e um DVD com o título “Four Blood Moons: something is about to change” [As 4 luas de sangue: algo está prestes a mudar]. Ele explica que usou as projeções da NASA, relatos históricos e a Bíblia. Para Hagee existe uma conexão direta entre os quatro próximos eclipses lunares (lua de sangue) e “o que eles anunciam para Israel e para toda a humanidade.”

Seu argumento principal é que ao longo dos últimos 500 anos, três luas de sangue ocorreram no primeiro dia da Páscoa. Estas aparições estão ligadas a alguns dos dias mais importantes da história judaica.

Luas de sangue em dias importantes

1492 – o último ano da Inquisição espanhola, quando os judeus foram expulsos da Espanha 1948 – proclamação do Estado de Israel e a Guerra da Independência

1967 – início da guerra dos Seis Dias, quando Israel lutou contra nações árabes e reconquistou Jerusalém como parte de seu território

“Cada corpo celeste é controlada pela mão invisível de Deus, o que sinaliza eventos futuros para a humanidade. Não há acidentes no movimento solar ou lunar”, argumenta Hagee. Para ele é de extrema importância que os cristãos entendam estes sinais proféticos que apontam para a Segunda Vinda de Jesus.

Mais recentemente, o pastor Steve Cioccolanti, da Igreja Discover, na Austrália, produziu um longo vídeo em formato de DVD (também disponível no Youtube) sobre os “Os 8 Supersinais nos céus antes do 70º Aniversário de Israel).

Segundo ele, tudo o que Deus prometeu na Bíblia está relacionado com Israel e o povo judeu. Falando sobre as raízes hebraicas das profecias sobre o fim tempo, ele aponta oito sinais que serão vistos no céu antes do aniversário dos 70 anos da restauração de Israel. Por que o número 70 é importante? Cioccolanti explica: “Porque Israel ficou 70 anos no cativeiro babilônico e demorou 70 anos entre o nascimento de Jesus e a destruição do templo em Jerusalém. Portanto, é algo muito importante o fato de Israel estar prestes a completar 70 anos desde seu renascimento como nação, em 1948.”

4 luas sangueEle faz longas observações tentando explicar os oito sinais, juntamente com algumas observações sobre as datas que eles acontecerão. Para ele a questão é simples, esses sinais provavelmente “nunca mais ocorrerão nessa sequencia” e alerta: “irão começar em breve”. Lembra ainda que no Talmude, livro judeus de Interpretação da lei, ensina “Quando a lua estiver em eclipse, é um mau presságio para Israel. Se a sua face for tão vermelha quanto o sangue, a espada [guerra] está vindo ao mundo”. Para o judaísmo, a Lua é um sinal para Israel, enquanto o Sol é um sinal para os gentios [resto do mundo].

Lua sinal para Israel, Sol para gentios

1 – Cometa Ison (28 de novembro de 2013) – A NASA já divulgou que este ano veremos um cometa com cauda brilhante como a lua cheia.

2 – Lua de Sangue (15 de abril de 2014) – terá início a “Tétrade”, período em que quatro eclipses lunares consecutivos são todos eclipses totais. Prenuncio de uma guerra mundial sangrenta

3- Lua de Sangue (08 de outubro de 2014) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel

4- Eclipse Solar Total (20 de março de 2015) – Um sinal para os gentios. Aniversário da provável data em que Moisés tirou os judeus do Egito

5- Lua de Sangue (4 de Abril de 2015) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel

6 – Eclipse solar parcial (13 de setembro de 2015) – Festa das trombetas no calendário de Israel e 7 º aniversário desde a última grande queda do mercado

7 – Lua de Sangue (28 de setembro de 2015) – Superlua, que também é um eclipse lunar. A lua nunca esteve tão próxima da Terra. Esse evento ocorrerá durante a Festa dos Tabernáculos (Sukkot).

8- Virgem vestida de Sol (23 setembro de 2017) – 50º aniversário da reconquista de Jerusalém (Jubileu). Brilho extraordinários da constelação de Virgem, cumprimento da Profecia de Apocalipse 12.

Data profética principal: Dia dos 70 anos da Independência de Israel (14 de maio de 2018), marcando o renascimento da nação.

É possível ver o vídeo aqui (em inglês).

Paralelo a isso tudo, entre os judeus há um crença parecida, baseada nas profecias do famoso rabino Judah ben Samuel, um fervoroso estudante do Tanach [Antigo Testamento]. Ele foi o fundador do movimento judaico Hasídico. Ele morreu em 1217, mas deixou escritos com suas conclusões. Para muitos, são profecias sobre os últimos “Jubileus”, períodos proféticos de 50 anos, seguindo o texto de Números 25.

1. Desde a data em que profetizou (1217), passariam 6 jubileus (300 anos) até que viessem tomar a cidade de Jerusalém. De fato, os Turcos Otomanos a conquistaram em 1517.

2. A cidade de Jerusalém estaria sob o domínio [dos Turcos Otomanos] durante 8 Jubileus, ou seja, 400 anos. Considera-se cumprida, pois os Turcos ficaram até 1917, quando foram expulsos pelo exército britânico.

3. A cidade de Jerusalém seria uma “terra de ninguém” pelo espaço de 1 Jubileu (50 anos). A Inglaterra atuou politicamente como “Protetorado” entre 1917 e 1967, pois em junho daquele ano o exército de Israel expulsou os árabes da cidade durante a Guerra dos Seis Dias.

4. Os Judeus dominariam a cidade durante 1 Jubileu (1967 até 2017?), ano que marcaria o Jubileu final, que daria início à Era Messiânica. O Yon Kippur (ano novo) será em 30/9/2017.

Uma vez que 2017 de nosso calendário será o ano 5777 do calendário judaico, muitos acreditam que a união de 3 “setes” aponta para perfeição e plenitude, na cultura judaica. Com informações de WND e Christian Post.

Fonte: Gospel Prime

DEVASTAÇÃO: Sempre há muito especulação quando se trata de eventos de grandes proporções, ainda mais quando envolvem de alguma forma citações bíblicas. É importante ler com calma as informações que são publicadas para que cada um possa refletir se é algo que mereça crédito ou não. Eu pessoalmente ainda estou cético em alguns pontos, mas de modo geral é inegável que vivemos dias realmente estranhos na história do mundo. Quem acompanha os noticiários poderá notar uma série de acontecimentos que estão passando meio despercebidos pela maioria das pessoas. Vamos aguardar os próximos capítulos.

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Paul Rusesabagina, o sobrevivente do genocidio do Ruanda que inspirou o filme “Hotel Ruanda”, tem dedicado a vida a tentar evitar que o que aconteceu há duas décadas se volte a repetir.

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Paul Rusesabagina e o ator Don Cheadle

Mas 20 anos depois do genocídio no Ruanda, os alertas para a actual situação em África têm-se repetido.

O chefe das operações humanitárias da ONU garante que na Republica Centro Africana, se nada for feito, a situação pode evoluir para um genocídio.

No Sudão do Sul, o mais jovem país do mundo, é feito o mesmo alerta.

A TSF conversou com Paul Rusesabagina, um sobrevivente do genocídio do Ruanda, e que tem dedicado a vida a tentar evitar que o que aconteceu há duas décadas se repita.

Paul, que, como gerente de um dos principais hotéis em Kigali, salvou mais de mil compatriotas, considera muito triste que a história esteja sempre a repetir-se sem que as pessoas aprendam a lição.

Em entrevista à TSF conta que quando o genocídio no Ruanda estava a decorrer a comunidade internacional virou as costas, fechou os olhos, bloqueou os ouvidos e fingiu que não estava a ver. Quando tudo acabou, essa mesma comunidade apareceu de joelhos, suplicando por perdão, pedindo desculpa e dizendo: temos pena mas não sabíamos.

Paul Rusesabagina recorda que quando visitou o Darfur ficou impressionado com as semelhanças que encontrou em relação ao Ruanda antes da guerra. Havia milhares de pessoas deslocadas no interior daquela região do mundo, o mesmo acontecia em Kigali que no inicio dos anos 90 era uma capital cercada por um milhão e 200 mil pessoas deslocadas, sem comida, sem abrigo, sem água potável e onde a morte era uma visita diária.

Paul apela, por isso, aos lideres mundiais: diz que está na hora de se levantarem e fazerem o que está certo.

FILME - HOTEL RUANDA

poster hotel ruanda

A história se passa em Kigali, capital da Ruanda em 1994, no que ficou conhecido por Genocídio de RuandaPaul Rusesabagina (Don Cheadle) é gerente do Hotel des Mille Collines, propriedade da empresa belga Sabena. Relata um período de aumento da tensão entre a maioria hutu e a minoria tutsi, duas etnias de um mesmo povo que ninguém sabe diferenciar uma da outra a não ser pelos documentos.

Tudo começa quando o presidente de Ruanda morre em um atentado após assinar um acordo de paz. Imediatamente os hutus entram em guerra aos tutsis, dando início a matança de tutsis.

Neste instante, Paul tenta proteger sua família, mas com iminente massacre generalizado, compra favores para proteger seus vizinhos que haviam pedido abrigo em sua casa na primeira noite de atrocidades.

Com a continuidade da tensão e mortes de governantes, os turistas partem enquanto que no hotel, aumentam a quantidade de vítimas que procuram abrigo e proteção (forças do EUA) fazem a segurança do mais novo “hotel de refugiados”.

Fonte: TSF Rádio Notícias (Portugal) e Wikipedia

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mahdi anticristo messias

Guerra na Síria completa três anos contabilizando mais de 140.000 mortos

A guerra na Síria se arrasta desde março de 2011. Após três anos, já morreram mais de 140.000 pessoas, milhões foram expulsos de suas casas e arrasou a economia do país. Os esforços diplomáticos, não fizeram nenhum progresso. O assunto deixou de ser notícias na maioria das TVs, que hoje voltam suas câmaras para o conflito na Crimeia.

Apesar das ameaças, a ONU não fez nenhum movimento significativo para pôr um fim ao embate. Embora o governo sírio negue, esta é uma guerra religiosa. Mais do que isso, para os radicais de ambos os lados, é o início da última guerra, que trará o final dos tempos sobre a Terra. “Se você acha que todos esses guerreiros mujahideen vieram de todo o mundo para lutar contra o presidente Assad, está enganado”, disse Abu Omar, um jihadista muçulmano sunita que usa faz parte de uma das muitas brigadas anti-Assad da região de Aleppo.

“Eles estão todos aqui, como profetizado pelo Profeta Maomé! Esta é a guerra, que ele prometeu, é a Grande Batalha”, exclamou ele à agência Reuters. Do outro lado do front, muitos muçulmanos xiitas, vindos do Líbano, do Iraque e do Irã são atraídos para a guerra, por acreditarem que ela abrirá o caminho para o retorno do Imã Mahdi. Esse é o nome dado a um descendente de Maomé que “desapareceu” da Terra 1.000 anos atrás e que irá ressurgir em um momento de guerra para estabelecer um governo islâmico global antes do fim do mundo.

anticristo islâmicoEssa crença que contrapõe sunitas e xiitas espalha inquietação em todo o Oriente Médio, onde a religião majoritária é o islamismo. Existem profecias apocalípticas do século 7 atribuídas a Maomé que falam sobre um Oriente Médio encharcado de sangue. São milhares de provérbios do profeta e seus companheiros, ou hadiths, referindo-se ao confronto de dois enormes exércitos islâmicos na Síria, em uma grande batalha perto da capital Damasco.

Segundo a tradição, os hadiths são as mais importantes fontes de autoridade no Islã depois do  Alcorão. Esses textos históricos tornaram-se uma ferramenta poderosa de recrutamento ao redor do mundo. “Temos aqui mujahideen da Rússia, Estados Unidos, Filipinas, China, Alemanha, Bélgica, Sudão, Índia e Iêmen e em outros lugares”, disse Sami, um rebelde sunita que luta no norte da Síria. “Eles estão aqui porque o Profeta prometeu, a Grande Batalha já está acontecendo.”

Ambos os lados enfatizam que o objetivo final é consolidar um Estado islâmico que irá dominar o mundo, subjugando judeus e cristãos antes do final dos tempos. Um dos argumentos usados para justificar as crucificações e decapitações de cristãos na região.

Embora alguns clérigos sunitas e xiitas acreditem que existam “sinais semelhantes”, essa interpretação não é apoiada pela maioria dos líderes.

Segundo a tradição, toda a região será abalada a partir da Península Arábica e chegando até Jerusalém. Quase todos os países do Oriente Médio enfrentarão tumultos. Algo que os radicais acreditam que começou com a chamada “Primavera Árabe” alguns anos atrás. Uma hadith afirma que “o sangue vai chegar ao nível do joelho” em toda a região.

“Cada dia que passa sabemos que estamos vivendo os dias que o Profeta falou”, disse Mussab, que  luta na Frente Nusra, um grupo radical sunita ligado à Al Qaeda. Murtada, um xiita de 27 anos conta que deixou em casa a esposa e dois filhos quando vai à Síria lutar contra os rebeldes, mas explica que não está lutando por Assad. Ele faz tudo em nome do Mahdi. “Mesmo que eu seja martirizado agora, quando ele aparecer irei renascer para lutar contra o exército inimigo. Eu serei seu soldado”, contou ele à Reuters.

Murtada passa a maior parte do tempo na Síria, indo para casa de tempos em tempos: “Nada é mais precioso do que o Imã, nem mesmo a minha família. É nosso dever”, decreta.

Abbas, um soldado xiita iraquiano de 24 anos afirma que percebeu que estava vivendo na era do retorno do Mahdi, quando os Estados Unidos e a Grã-Bretanha invadiram o Iraque em 2003. Atualmente está em Bagdá, onde prepara-se para ir para a Síria pela quarta vez.

Uma pesquisa de 2012 indicou que mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo. Para a maioria deles, o Mahdi virá governar o mundo e derrotar de vez os inimigos dos que servem a Alá.

Desde 2009, Joel Richardson, especialista em profecias bíblicas, vem alertando as igrejas sobre o que ele chama de “O Anticristo islâmico”. Com um livro sobre o assunto e várias pregações, ele é parte de um grupo de estudiosos que defendem que o Mahdi dos muçulmanos é o que a Bíblia chama de o “Falso profeta”, que deve acompanhar o Anticristo em seu reino antes do final dos tempos.

Fonte: Gospel Prime

VÍDEO

Aqui tem uma entrevista do autor do livro O Anticristo Islâmico falando sobre o documentário amplamente divulgado pelo governo do Irã em 2012 para sustentar a crença do Messias Islâmico e as promessas do Fim dos Tempos a todos os muçulmanos espalhados pelo mundo. Assistam a entrevista esclarecedora do autor (só ignorem a abertura meio sensacionalista do programa chamado Isto é sobrenatural… o cara trata sobre vários temas nessas entrevistas, mas essa especificamente recomendo que seja vista com bastante atenção.

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guerra das malvinas

Em 2 de abril de 1982, a Argentina atacou as Ilhas Malvinas, ocupadas pelos britânicos desde 1833. Porém, Margaret Thatcher ordenou a retomada e os argentinos foram expulsos.

Um dos últimos resquícios dos tempos imperiais britânicos são as Ilhas Malvinas (Falkland), Geórgia e Sandwich do Sul, um arquipélago perdido no Atlântico Sul, com algumas centenas de criadores de ovelhas, a cerca de 13 mil quilômetros de distância de Londres.

Havia indícios de existência de petróleo nas Malvinas – as ilhas serviam de base para a exploração de recursos marinhos e de porto intermediário para navegações que seguiam para a Antártida.

No dia 2 de abril de 1982, soldados argentinos dominaram a pequena guarnição britânica nas Malvinas. Era a tentativa do regime militar de desviar a atenção da população da grave crise econômica e unir a nação por meio de um ato patriótico. Inicialmente, os generais pareciam ter atingido os objetivos militar e político – os sindicatos chegaram a suspender uma greve geral contra a Junta Militar.

Argentina subestimou a determinação de Thatcher

Em Londres, governava Margaret Thatcher, mais tarde conhecida como “dama de ferro” do Partido Conservador. Um dia após a invasão da Argentina, ela não deixou dúvidas na Câmara Baixa do Parlamento britânico de que estava disposta a reconquistar as ilhas. A Argentina subestimou a determinação de Thatcher, que contava com amplo apoio da população e até dos partidos da oposição.

O então líder do Partido Trabalhista inglês, Michael Foot – tradicionalmente um pacifista –, defendeu a intervenção armada para retomar o arquipélago com o seguinte argumento: “As garantias dadas pelo exército invasor valem tanto quanto as garantias oferecidas pela mesma Junta Militar aos seus próprios concidadãos. Não se deve esquecer que milhares de argentinos que lutaram por seus direitos políticos foram presos e torturados”.

Raramente o Reino Unido foi tão unido como naqueles dias de abril de 1982. As ações militares britânicas começaram em clima de festa, três dias após a invasão, com a mobilização da Marinha e da Aviação. A superioridade militar inglesa foi imbatível em todos os terrenos da guerra naval, aérea e terrestre.

Os generais argentinos também se enganaram quanto às reações internacionais. Por exemplo, a neutralidade passiva de vizinhos latino-americanos, como o Chile e o Brasil. O golpe mais duro para o governo em Buenos Aires foi, porém, o apoio diplomático e militar dos Estados Unidos ao Reino Unido. O serviço de inteligência militar norte-americano manteve as tropas britânicas informadas das ações militares argentinas.

Fim da guerra iniciou desmantelamento do regime militar

Diplomaticamente isolada e militarmente em desvantagem, a Argentina capitulou, depois de dois meses e meio de conflito, no dia 14 de junho de 1982. O fim da guerra representou não só uma derrota nos campos de batalha como também o início do desmantelamento do regime militar argentino. Margaret Thatcher, que antes da guerra era uma das mais rejeitadas líderes de governo da história britânica, foi festejada como heroína.

Na Argentina, o general Leopoldo Galtieri renunciou, em julho, sob uma onda de manifestações populares contra a ditadura. Seu sucessor, o general Reynaldo Bignone, iniciou as negociações para devolver o poder aos civis. O candidato da União Cívica Radical (UCR), Raul Alfonsín, venceu as eleições presidenciais de dezembro de 1983.

Três anos depois, os chefes militares das Malvinas foram condenados a penas de 8 a 12 anos.

Autor: Peter Philipp (gh)

Fonte: DW

VIDEO

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putin principe rosh

Os recentes acontecimentos na Crimeia continuam a alimentar as chamas do fervor escatológico de muitos cristãos e agora também dos judeus. Segundo as profecias de um rabino, quando a Rússia ocupasse a Crimeia ouvir-se-iam os passos do Messias.

gogue magogue putin

A POSSÍVEL ORIGEM DE MAGOGUE

Originários daquilo que é hoje o sul do Irão, os citas era uma tribo de homens que montavam cavalos e que habitavam em muito do território que hoje compõe a Geórgia, a Arménia, e parte das regiões do sul da Ucrânia e da Rússia por cerca de 1300 anos, desde o 7º século a.C. até ao 4º século d.C. A costa Norte do Mar Negro era completamente cita. Mas o que há de tão especial com os citas? O famoso historiador Flávio Josefo, mundialmente respeitado e conhecido pela sua obra “As Guerras dos Judeus”, tinha uma interessante teoria acerca dos citas e das terras onde eles viveram. Segundo as suas conclusões, aquelas terras onde eles habitaram eram Magogue, tal como lemos na Bíblia sobre Gogue e Magogue (Ezequiel 38 e 39).

É essa agora pois a razão da efervescência recente entre os estudiosos dos sinais apocalípticos, logo que os acontecimentos na Ucrânia e Crimeia começaram a despertar a atenção mundial. Para muitos estudiosos, a expectativa de estarmos a viver nos “últimos dias” é tão grande, que este é mais um grande sinal do fim, talvez o princípio do fim, ao identificarem Putin com o príncipe de Gogue, o “rei do Norte.”

GOGUE E MAGOGUE

Para muitos estudiosos das profecias de Ezequiel 38 e 39, Gogue é o príncipe de Rosh, ou o presidente de Rosh, pelo que, será provavelmente o presidente da Rússia, uma vez que Rosh era um dos antigos nomes dados à Rússia moderna.

A leitura destes textos esclarece-nos sobre quem virá junto com Gogue: a Pérsia, ou seja, o actual Irão. Nada para admirar nos dias de hoje, em que há uma forte aliança política e militar entre estes dois países. Segundo Ezequiel 38 e 39, eles virão saquear a Terra Santa, provavelmente por causa das incomensuráveis riquezas de petróleo e gás natural ali recentemente descobertas. Segundo os textos, eles virão também para tentar destruir os judeus e enfrentar o Anticristo que entretanto terá feito uma “aliança” com Israel (Daniel 9:27).

Haverá provavelmente uma explosão nuclear em Magogue (Ezequiel 39:6) e a vinda de um poderoso exército de 200 milhões vindos do Oriente (China).

vilna faonPROFECIA DO RABINO VILNA GAON

Mas não são apenas os cristãos “apocalípticos” a “efervescer” com estes sinais proféticos vindos destas regiões do Norte de Israel. Neste fim de semana a imprensa “haredi” (religiosa ortodoxa) em Israel noticiou que o rabino-mor do tribunal rabínico de Jerusalém, Moshe Shternbuch, anunciou aos seus discípulos que chegaram até nós os tempos do Messias. E a fonte desta análise profética é o próprio expoente máximo de sempre entre os sábios judeus, o próprio Vilna Gaon, denominado “o génio de Vilnius.”

Segundo Shternbuch, ele é o portador de um segredo rigorosamente guardado ao longo de séculos, uma profecia oriunda do próprio rabino Gaon, pouco antes da sua morte, desde o 18º século até aos dias de hoje: “Quando ouvirem que os russos capturaram a cidade da Crimeia, devereis entender que os tempos do Messias começaram e que os Seus passos estão sendo escutados. E quando ouvirdes que os russos chegaram à cidade de Constantinopla (actual Istambul), devereis vestir as vossas roupas de Sábado e não as tirar, porque isso significa que o Messias virá a qualquer minuto.”

Segundo a interpretação do rabino Moshe Shternbuch, estas poderão ser as “campaínhas da redenção” que anunciam a chegada de algo ou de alguém importante…

Só Deus sabe. Uma coisa é certa: a cada dia que passa os sinais vão-se avolumando, e só os mais cépticos ou distraídos não conseguem perceber estes sinais dos tempos…

Shalom, Israel!

Fonte: Shalom Israel (Portugal)

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50 Anos de Hipocrisia

30 / 3 / 2014

Brasil1964 - Venezuela2014

Agora só se fala em Ditadura como se o Comunismo fosse algo que prestasse… a maior prova tá ai, nessa bandalheira que toma conta do país. É claro que o Regime Militar usou e abusou do seus momentos de poder, mas será que as pessoas são tão idiotas ao ponto de imaginar que os Comunistas iriam promover a paz e a reconciliação? Iam torturar e matar muito mais gente, basta ver o resultado de todas suas revoluções pelo mundo. Se esses comunistas tivessem subido ao poder naquela época, hoje estaríamos vivendo na Grande Venezuela Cubana.

Estou de saco cheio de ver artistas, jornalistas e um monte de outros “istas”, além de políticos obviamente aproveitando a onda e fazendo discurso de herói da resistência contra a censura e lutador da liberdade. Pra falar a verdade, vendo o monte de lixo que tem aparecido na política e na mídia ultimamente, é uma pena que não possam ser censurados… Quadrilhas disfarçadas de partidos, lixo cultural que vai da atual cena musical a programas de TV… Tudo não passa de um subproduto da Democracia brasileira (se é que isso existe aqui), pois não existe democracia com um povo tão aproveitador como é o brasileiro.

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Parece que já se sabe a data para o início da Terceira Guerra Mundial. Essa informação foi mantida em rigoroso sigilo da opinião pública mundial, mas todos os segredos tendem a ser revelados mais tarde ou mais cedo. 

terceira guerra mundial data

Assim, o que espera a humanidade no futuro mais próximo e que fazer quando chegar a hora H?

Este é o tipo de postagens preocupadas que surge com frequência na Internet. Alimentadas com fatos, por vezes francamente distorcidos, sobre a situação na Ucrânia e sobre as ações da Rússia, as pessoas simplesmente não entendem o que se passa no mundo. Quando não se compreende – se inventa. A mídia não podia deixar de tecer especulações sobre o tema do início da Terceira Mundial. Para isso, tanto são usadas as antigas previsões de Nostradamus e de Vanga como uma interpretação incoerente dos atuais acontecimentos mundiais, por vezes mesmo com manipulação de fatos e falsificação da informação.

No segmento russo da Internet, por exemplo, neste momento são empoladas as previsões do famoso astrólogo russo Pavel Globa, que já em 2009 previu que a Terceira Mundial iria começar em março de 2014, durante uma redefinição global das fronteiras dos países e num ambiente de escalada de conflitos militares. A guerra, dizia Globa, deveria começar durante as Olimpíadas de Sochi, ou pouco depois do seu encerramento. Ele também previu que a Ucrânia seria dividida em várias partes. Talvez devêssemos acreditar realmente nas capacidades sobrenaturais de um cérebro humano capaz de prever os acontecimentos futuros com tanto detalhe.

Contudo, se voltarmos a analisar atentamente o texto original que foi usado para essa notícia, descobrimos que, apesar de o material estar datado de 2009, nele foi introduzida uma série de alterações após os acontecimentos na Ucrânia. Foram essas alterações que transformaram um artigo vulgar num artigo verdadeiramente sensacionalista que alastrou rapidamente pela imensidão da Internet. A pergunta é: porque caímos repetidamente nesse tipo de armadilhas?

A psicóloga Irina Lukyanova considera que isso se deve à nossa tendência interior para a autopreservação:

“Todos conhecemos o provérbio “um homem prevenido vale por dois”. Por isso, nós preferimos ter conhecimento antecipado dos perigos de forma a nos prepararmos. Temas como a guerra, mais ainda uma Terceira Mundial, não deixam de nos preocupar porque ela nos tocará a todos, tal como aconteceu com a Segunda Guerra Mundial que deixou uma memória muito viva até aos nossos dias. Podemos dizer que é esse medo profundo que motiva o nosso interesse profundo por esses temas”.

Nos últimos anos têm ganho uma invulgar popularidade temas como as previsões do fim do mundo e o fim da vida na Terra. Enquanto uns se mostram céticos em relação a todas essas crendices, outros estão sempre pesquisando notícias frescas em busca de mais uma confirmação que a Terceira Guerra Mundial está para breve.

A vidente búlgara Vanga, por exemplo, pensa que o mundo irá balançar à beira da catástrofe enquanto não se der a queda da Síria e é então que a guerra universal irá começar. Em 1978, quando foi feita essa profecia, muitos não a entenderam. Porém, e tendo em conta os últimos acontecimentos, podemos considerar que suas palavras fazem sentido.

A conhecida profetisa inglesa Joanna Southcott, que viveu no limiar entre os séculos XVIII e XIX, estava convencida que o Apocalipse irá chegar precisamente do Oriente: “Quando a Oriente começar a guerra, saibam que o fim está próximo!” Ela pronunciou essa sentença em 1809 e nessa altura poucos a entenderam. Contudo, muitas das suas previsões se realizaram: a Revolução Francesa, a chegada de Napoleão ao poder e, mais tarde, a sua queda.

A profetisa egípcia Joy Ayyad, pelo contrário, está convencida que não haverá nenhuma Terceira Guerra Mundial. Ela diz que segue atentamente todas as evoluções do mapa astral da Terra e pensa que a Terra não se encontra ameaçada por uma guerra que resulte em violência generalizada, mas que o mundo terá outro tipo de guerras, como as informativas e as econômicas. A batalha principal será porém pelas mentalidades.

Na Terceira Guerra Mundial não serão usadas armas de guerra, mas sim meios de comunicação social. Essa guerra já está em curso. Por isso é importante entender aquilo que lemos, vemos e ouvimos. É preciso saber analisar e conjugar os fatos e, nesse caso, já poderemos sair ilesos desse “massacre”.

Fonte: Voz da Rússia 

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