filme noé não é bíblico

Sempre parti do princípio que um cristão que não lê ou não busque de alguma forma os ensinamentos diretamente na Bíblia, procurando seguir apenas o que certos líderes dizem a respeito da Palavra têm mais é que se lascar. Eu vejo cada discurso, cada sermão, cada posicionamento que remete à Idade das Trevas, tamanha ignorância e desejo de dominação que alguns “líderes” têm sobre seus seguidores. Eles interpretam a Bíblia da forma que lhes for mais conveniente, muitos para tirar proveito (como vemos em algumas igrejas espalhadas pelo país) e outros por pura ignorância mesmo. 

Se já não bastasse essas igrejas tirando proveito “de seu poder” sobre alguns de seus seguidores, agora temos inúmeros portais cristãos (evangélico, católico, gospel ou sei lá mais o que inventarem) que colocam supostos especialistas, estudiosos, “doutores phD master blaster” da Palavra para darem suas visões distorcidas sobre os mais variados assuntos e a bola do momento é o tal filme Noé, protagonizado pelo ator Russel Crowe, baseado em um poema escrito pelo diretor Darren Aronofsky, quando este tinha apenas 13 anos de idade, cujo o tema proposto pela professora seria A Paz e ele BASEADO na história do livro de Gênesis, criou o poema chamado “A Pomba”, no qual foi vencedor em um concurso. Isso marcou tanto sua vida que ele sendo diretor, já pensava no projeto em 1998, durante as filmagens de seu filme “Pi”.  

noé darren aronofsky

Desde que assumiu a ideia em levar para os cinemas SUA VISÃO POÉTICA da vida de Noé, a produtora chamada Lynda Obst já o alertava dizendo: “Você percebe que você está se metendo?”, claramente avisando sobre os conflitos que tal produção causaria com o meio radical e ignorante religioso, cristão, judaico e muçulmano. 

Da parte do mundo muçulmano, aconteceu o que se esperava, censura, proibindo a exibição do filme em vários países, enquanto a fome e a guerra religiosa toma conta desses mesmos lugares, parece que o proibir o filme é mais importante para a fé islâmica. Agora não pense que o meio cristão/judaico é muito diferente. Eu li cada bobagem em blogs evangélicos de pessoas que não tem a mínima capacidade de pensar e refletir um pouquinho sobre qual o propósito do filme, que se tivessem o poder de censurá-lo, com certeza o fariam. Aqui no Ocidente, o cristão acha que o fato de um filme usar o nome “Noé”, ele automaticamente tem a obrigação de ser um filme religioso, para agradar a crentaiada sociopata americana, da qual muitos brasileiros gostam de imitar. 

A Volta do Todo PoderosoÉ engraçado que eu não lembro de ver tanto clamor gospel num filme que de certa forma satirizava o mesmo personagem Noé: “A Volta do Todo Poderoso”. Quem não se lembra, das inusitadas cenas do ator Steve Carel na preparação da Arca para um “diluvio” em plena Washington. Por acaso o diretor do filme não se baseou na mesma história para criar essa alegoria cômica? Então por quê Darren Anorofsky não poderia fazer o mesmo para criar uma história dramática BASEADA na vida de Noé?

O meio cristão/judaico fica inconformado com o radicalismo presente em vários grupos religiosos muçulmanos  e não percebem que muitas vezes se comportam de forma similar, criando ameaças, colocando todos sob o domínio do medo, sem deixar que cada um reflita por si só sobre cada situação, por mais polêmica que seja. E isso é culpa dos próprios seguidores que ao invés de questionarem seus líderes, se submetem ao pensamento de hipócritas que dependem da ignorância dessas pessoas para continuarem ali em suas confortáveis posições. É literalmente o mesmo método usado por políticos ao longo de nossa história, o tal do Pão e Circo. Com tantas coisas sérias na qual se preocupar, estes sites que se dizem, ou melhor que se vendem como Cristãos querem mesmo é audiência e milhares de “Likes”, não importando muito o conteúdo da mensagem. 

Pelo amor de Deus, o fato de eu estar escrevendo esse texto não significa que eu saiba mais do que você, portanto assista ao filme, leia a Bíblia e pare de dar ouvidos a todo suposto mestre doutor da Palavra. Você pode descordar de tudo o que eu disse aqui, mas faça isso por você e não pela cabeça cheia de falsos conceitos religiosos que dominam não somente os púlpitos das igrejas, mas agora também os portais na Internet.

TRAILER NOÉ

TRAILER A VOLTA DO TODO PODEROSO

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O que é Páscoa?

19 / 4 / 2014

pascoa coelho crucificado

Páscoa é um evento religioso judaico/cristão, normalmente considerado pelas igrejas cristãs como a maior e a mais importante celebração. Na Páscoa os cristãos relembram e anunciam a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação que teria ocorrido durante a celebração da Páscoa dos judeus, em Jerusalém, entre o ano 30 e 33 da Era Comum.

Por Pablo Massolar
Origem do nome
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Os eventos da Páscoa teriam ocorrido primeiramente durante o Pessach (Passagem em Hebraico), data em que os judeus comemoram o êxodo, libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito, liderados por Moisés, para a Terra Prometida.A palavra Páscoa advém exatamente do termo Pessach, em hebraico, da festa judaica. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques. O sentido de “passagem” vem do julgamento de Deus sobre Faraó e os egípcios, que oprimiam e escravizavam o povo judeu, até que Deus anuncia a Moisés que libertará o seu povo da escravidão.Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo capítulo 12), disse o Senhor a Moisés que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os primogênitos de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria sacrificar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor e tristeza entre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.A Bíblia judaica e cristã institui a celebração do Pessach em Êxodo 12.14: “Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra ao Senhor: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua”.
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Páscoa Cristã 
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A Páscoa cristã celebra a morte sacrificial e a ressurreição de Jesus Cristo. Nos Evangelhos, Jesus é anunciado como o “cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, deste modo, toda a simbologia da Páscoa judaica aponta para Jesus que, através de sua morte e seu sangue, liberta o homem do poder da morte e do pecado.A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pessach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica – se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia mais acurada, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe (do grego antigo ἑκατόμβη, composto de ἑκατόν “cem” e βοῦς “boi” – sacrifício coletivo de muitas vítimas) dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
 
Depois de morrer na cruz, o corpo de Jesus foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante para os cristãos.
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Páscoa é pagã?
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Não! E também, atualmente, sim! Muitos costumes modernos ligados ao período pascal originaram-se, de fato, dos festivais pagãos da primavera. Hoje existe um sincretismo entre a Páscoa judaico-cristã e rituais de passagem pagãos, mas nem sempre foi assim.
 
A festa moderna utiliza a imagem do coelho e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. Os antigos povos pagãos europeus da Idade Média, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica.
 
Na primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada. A lebre de Eostre poderia ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações atuais.As hipóteses mais aceitas relacionam a época do ano com Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o “Venerável Beda”, historiador inglês do século VII. Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas à fertilidade, das quais provavelmente o mito de “Ostern”, e consequentemente a Páscoa moderna (direta e indiretamente), tiveram notórias influências.Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da primavera, da ressurreição e do renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.
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Conclusão
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É comum, hoje, a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substituídos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia, nem na Páscoa judaica, nem na Páscoa cristã. Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos.
 
A Páscoa, em suas raízes mais antigas, é uma festa genuinamente bíblica, que aponta figuradamente para o sacrifício de Jesus por toda a humanidade. Esta é a oportunidade que, como cristãos, discípulos de Jesus, temos de anunciar não somente o sentido cultural da festa mas, principalmente, que ela tem a ver com o amor de Deus por toda humanidade. Isto inclui todos nós. Deus entregou seu único filho, como sacrifício pelos nossos pecados e Nele, somente Nele, temos Vida Eterna, ou seja, “passamos” da morte para a vida. O evangelho de João, no capítulo 3, resume esta mensagem da seguinte forma: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que entregou (à morte) o seu único Filho para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a Vida Eterna.”

Leia mais em: Genizah

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happy in rio

O sucesso pop de Pharrel Williams, que se tornou a música oficial do Dia da Felicidade, foi aqui usado para mostrar tudo o que, de acordo com os produtores do vídeo, está de errado com a cidade, entre criminalidade, preços altos e atraso de obras.

O vídeo musical original mostra várias pessoas sorrindo pelas ruas e estabelecimentos públicos de Los Angeles. Pelo meio vão aparecendo celebridades felizes como Steve Carrell, Jamie Foxx e o músico Sérgio Mendes.

No Youtube, o projeto conseguiu mais de 137 milhões de visualizações e o sucesso da música levou o grupo “Jeitinho Carioca” a criar um vídeo alternativo para a música mostrando, através da ironia, os problemas existentes no Rio de Janeiro. O ambiente do vídeo, que pode ver aqui, é igualmente festivo, no entanto.

Entre várias críticas feitas ao longo do vídeo é possível ver as más condições das rodovias, seja através da negligência na manutenção das vias ou através de obras iniciadas que não foram concluídas. Ao mesmo tempo vemos os dançarinos exibindo falhas nos serviços de transporte aéreo e o elevado preço da gasolina.

As imagens vão mostrando também as falhas nos serviços de recolha de lixo e a acumulação dele nas ruas e nas praias. O grupo aborda também a criminalidade mostrando, primeiro, uma mulher tirando uma ‘selfie’ e um homem roubando seu celular.

Mais à frente se pode ver também a reconstituição do episódio registrado no bairro do Flamengo quando moradores prenderam um conhecido ladrão, nu, a um poste. No vídeo, um jovem negro faz isso também mas dançando em torno do poste.

Ao longo de todo o vídeo, mesmo mostrando tudo o que afirmam estar errado na cidade, os dançarinos mantêm o espírito festivo e o sorriso na cara. “Nossa ideia foi manter o clima super feliz da música original, mas, ao mesmo tempo, mencionar as mazelas do Rio”, falou Marcelo Feijó, o cineasta do grupo.

Fonte: Notícias ao Minuto

VIDEO

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assassinospornatureza

Ouvindo a rádio hoje sobre a história desse garoto do Sul, Bernardo Boldrini, suspeito de ter sido assassinado pela madrasta com ajuda do pai e de uma amiga após anos de rejeição me deixam assim impressionado. Sempre que ocorre alguma desses crimes, eu acaba fazendo uma breve consulta sobre os perfis dos criminosos e o que mais me espanta é a normalidade que são suas vidas, contadas nas redes sociais. Fotos felizes, relacionamento com vários amigos, passeios, projetos de trabalho, comentários comuns, etc… Uma vida aparentemente normal como a minha ou a sua. Ai é que entra o espanto… como as redes sociais vendem mentiras, quase que o tempo todo. Toda a vida parece ser fantasiada, tudo perfeitamente editado. É claro que nem todos são assim, mas uma maioria impressionante está ali, contando mentiras, às vezes pra si mesmo. Todo mundo quer contar sua história, numa busca incansável por aprovação, por “likes” em cada postagem, mesmo que essa postagem não tenha nada de verdade. Ainda não há provas formadas sobre o envolvimento dos suspeitos, porém, fato é que essa criança era completamente rejeitada e com fortes indícios de maus tratos, já observado bem antes de seu assassinato. E cada vez parece que surgem mais notícias similares à essa, de pessoas aparentemente normais mas que se revelam verdadeiros psicopatas. Já parou pra pensar que nós podemos conhecer alguém assim? E o que é pior, sem qualquer sinal de desvio de personalidade.

Olha, vejo que a cada dia estamos mais perto da loucura surreal contada no filme “Assassinos Por Natureza”, dirigido pelo Oliver Stone em 1994… Se não viu, assista e olhe para onde caminha essa sociedade. 

TRECHO DO FILME

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Solidarity demonstration at Al-Aqsa Mosque

Fiéis muçulmanos entraram em confronto com a polícia de Israel

A Esplanada das Mesquitas de Jerusalém – chamada pelos judeus de Monte do Templo – foi fechada aos visitantes após confrontos entre palestinos e as forças de segurança de Israel. Segundo a agência de notícias Maan, dezenas de pessoas teriam ficado feridas.    

De acordo com o porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld, citado pela imprensa local, a violência estourou quando os oficiais da estação de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) localizada perto da Porta de Mughrabi abriram a passagem ao local. Foram usadas bombas de efeito moral e balas de borracha para dispersar os manifestantes.    

Recentemente, cerca de 100 palestinos decidiram ficar noite e dia na Esplanada para barrar as tentativas dos judeus de extrema-direita de se reunir ali. O lugar é considerado sagrado tanto pelo islã como pelo judaísmo, e por conta disso tem sido fonte de constantes tensões entre os dois grupos.    

Atualmente, os que não são muçulmanos podem visitar a Esplanada, mas os judeus não podem rezar nela, e frequentemente aqueles mais nacionalistas tentam entrar no local para reivindicar seu direito de orar. 

Fonte: Jornal do Brasil

VÍDEO DO CONFRONTO

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17P Holmes

Assista ao vivo ao primeiro dos quatro eclipses lunares, conhecidos como Luas de Sangue. Este evento astronômico está sendo transmitido pelas principais agências e organizações espaciais. Cliquem no vídeo e esperem a contagem regressiva. Aproveitem:

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Luas de Sangue Israel

Estudiosos cristãos de judeus apontam para tempos proféticos coincidindo com sinais nos céus (luas de sangue)

De tempo em tempos especialistas em profecias apontam para os sinais de cumprimento de alguma revelação bíblica. Os próximos dois anos serão marcados por diversos “sinais nos céus”, já conhecidos e previstos pela astronomia. Para eles, trata-se claramente da abertura de um dos selos descritos em Apocalipse 6.

O primeiro “alerta para a igreja” veio em 2008, quando o assunto foi levantado pelo pastor Mark Biltz, que é descendente de judeus. Ele afirmava ter feito uma descoberta surpreendente. Biltz estava estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.

“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda.” esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, implicando na comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus.

profecia israel lua sangueEle lembra de textos como Joel 2:31: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do SENHOR”, repetido em Atos 2:20. Também aponta para Mateus 24:29-30, quando Jesus diz “o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz. … E então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” e Lucas 21:11: “haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu”.

“Deus quer que olhemos para o calendário bíblico, pois ele vai sinalizar sua vinda… precisamos estar atentos às festividades bíblicas, pois são todas proféticas”, afirma Biltz, pastor da igreja El Shaddai em Bonney Lake, Washington. Ao fazer uma análise sobre o fenômeno conhecido como “lua de sangue”, que ocorre quando o Sol fica em frente à Lua no firmamento, Biltz notou que esse tipo de eclipse lunar ocorreria justamente durante as festas bíblicas em 2014 e 2015. O pastor acredita que ao se tratar de sinais na terra, como fomes, pestes e guerras, a humanidade já está acostumada a ouvir falar, mas não ocorrer o mesmo quando são sinais no céu.

Convencido da importância desse fator, o pastor John Hagee fez um estudo aprofundado sobre esses eventos. Este ano, lançou um livro e um DVD com o título “Four Blood Moons: something is about to change” [As 4 luas de sangue: algo está prestes a mudar]. Ele explica que usou as projeções da NASA, relatos históricos e a Bíblia. Para Hagee existe uma conexão direta entre os quatro próximos eclipses lunares (lua de sangue) e “o que eles anunciam para Israel e para toda a humanidade.”

Seu argumento principal é que ao longo dos últimos 500 anos, três luas de sangue ocorreram no primeiro dia da Páscoa. Estas aparições estão ligadas a alguns dos dias mais importantes da história judaica.

Luas de sangue em dias importantes

1492 – o último ano da Inquisição espanhola, quando os judeus foram expulsos da Espanha 1948 – proclamação do Estado de Israel e a Guerra da Independência

1967 – início da guerra dos Seis Dias, quando Israel lutou contra nações árabes e reconquistou Jerusalém como parte de seu território

“Cada corpo celeste é controlada pela mão invisível de Deus, o que sinaliza eventos futuros para a humanidade. Não há acidentes no movimento solar ou lunar”, argumenta Hagee. Para ele é de extrema importância que os cristãos entendam estes sinais proféticos que apontam para a Segunda Vinda de Jesus.

Mais recentemente, o pastor Steve Cioccolanti, da Igreja Discover, na Austrália, produziu um longo vídeo em formato de DVD (também disponível no Youtube) sobre os “Os 8 Supersinais nos céus antes do 70º Aniversário de Israel).

Segundo ele, tudo o que Deus prometeu na Bíblia está relacionado com Israel e o povo judeu. Falando sobre as raízes hebraicas das profecias sobre o fim tempo, ele aponta oito sinais que serão vistos no céu antes do aniversário dos 70 anos da restauração de Israel. Por que o número 70 é importante? Cioccolanti explica: “Porque Israel ficou 70 anos no cativeiro babilônico e demorou 70 anos entre o nascimento de Jesus e a destruição do templo em Jerusalém. Portanto, é algo muito importante o fato de Israel estar prestes a completar 70 anos desde seu renascimento como nação, em 1948.”

4 luas sangueEle faz longas observações tentando explicar os oito sinais, juntamente com algumas observações sobre as datas que eles acontecerão. Para ele a questão é simples, esses sinais provavelmente “nunca mais ocorrerão nessa sequencia” e alerta: “irão começar em breve”. Lembra ainda que no Talmude, livro judeus de Interpretação da lei, ensina “Quando a lua estiver em eclipse, é um mau presságio para Israel. Se a sua face for tão vermelha quanto o sangue, a espada [guerra] está vindo ao mundo”. Para o judaísmo, a Lua é um sinal para Israel, enquanto o Sol é um sinal para os gentios [resto do mundo].

Lua sinal para Israel, Sol para gentios

1 – Cometa Ison (28 de novembro de 2013) – A NASA já divulgou que este ano veremos um cometa com cauda brilhante como a lua cheia.

2 – Lua de Sangue (15 de abril de 2014) – terá início a “Tétrade”, período em que quatro eclipses lunares consecutivos são todos eclipses totais. Prenuncio de uma guerra mundial sangrenta

3- Lua de Sangue (08 de outubro de 2014) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel

4- Eclipse Solar Total (20 de março de 2015) – Um sinal para os gentios. Aniversário da provável data em que Moisés tirou os judeus do Egito

5- Lua de Sangue (4 de Abril de 2015) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel

6 – Eclipse solar parcial (13 de setembro de 2015) – Festa das trombetas no calendário de Israel e 7 º aniversário desde a última grande queda do mercado

7 – Lua de Sangue (28 de setembro de 2015) – Superlua, que também é um eclipse lunar. A lua nunca esteve tão próxima da Terra. Esse evento ocorrerá durante a Festa dos Tabernáculos (Sukkot).

8- Virgem vestida de Sol (23 setembro de 2017) – 50º aniversário da reconquista de Jerusalém (Jubileu). Brilho extraordinários da constelação de Virgem, cumprimento da Profecia de Apocalipse 12.

Data profética principal: Dia dos 70 anos da Independência de Israel (14 de maio de 2018), marcando o renascimento da nação.

É possível ver o vídeo aqui (em inglês).

Paralelo a isso tudo, entre os judeus há um crença parecida, baseada nas profecias do famoso rabino Judah ben Samuel, um fervoroso estudante do Tanach [Antigo Testamento]. Ele foi o fundador do movimento judaico Hasídico. Ele morreu em 1217, mas deixou escritos com suas conclusões. Para muitos, são profecias sobre os últimos “Jubileus”, períodos proféticos de 50 anos, seguindo o texto de Números 25.

1. Desde a data em que profetizou (1217), passariam 6 jubileus (300 anos) até que viessem tomar a cidade de Jerusalém. De fato, os Turcos Otomanos a conquistaram em 1517.

2. A cidade de Jerusalém estaria sob o domínio [dos Turcos Otomanos] durante 8 Jubileus, ou seja, 400 anos. Considera-se cumprida, pois os Turcos ficaram até 1917, quando foram expulsos pelo exército britânico.

3. A cidade de Jerusalém seria uma “terra de ninguém” pelo espaço de 1 Jubileu (50 anos). A Inglaterra atuou politicamente como “Protetorado” entre 1917 e 1967, pois em junho daquele ano o exército de Israel expulsou os árabes da cidade durante a Guerra dos Seis Dias.

4. Os Judeus dominariam a cidade durante 1 Jubileu (1967 até 2017?), ano que marcaria o Jubileu final, que daria início à Era Messiânica. O Yon Kippur (ano novo) será em 30/9/2017.

Uma vez que 2017 de nosso calendário será o ano 5777 do calendário judaico, muitos acreditam que a união de 3 “setes” aponta para perfeição e plenitude, na cultura judaica. Com informações de WND e Christian Post.

Fonte: Gospel Prime

DEVASTAÇÃO: Sempre há muito especulação quando se trata de eventos de grandes proporções, ainda mais quando envolvem de alguma forma citações bíblicas. É importante ler com calma as informações que são publicadas para que cada um possa refletir se é algo que mereça crédito ou não. Eu pessoalmente ainda estou cético em alguns pontos, mas de modo geral é inegável que vivemos dias realmente estranhos na história do mundo. Quem acompanha os noticiários poderá notar uma série de acontecimentos que estão passando meio despercebidos pela maioria das pessoas. Vamos aguardar os próximos capítulos.

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Paul Rusesabagina, o sobrevivente do genocidio do Ruanda que inspirou o filme “Hotel Ruanda”, tem dedicado a vida a tentar evitar que o que aconteceu há duas décadas se volte a repetir.

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Paul Rusesabagina e o ator Don Cheadle

Mas 20 anos depois do genocídio no Ruanda, os alertas para a actual situação em África têm-se repetido.

O chefe das operações humanitárias da ONU garante que na Republica Centro Africana, se nada for feito, a situação pode evoluir para um genocídio.

No Sudão do Sul, o mais jovem país do mundo, é feito o mesmo alerta.

A TSF conversou com Paul Rusesabagina, um sobrevivente do genocídio do Ruanda, e que tem dedicado a vida a tentar evitar que o que aconteceu há duas décadas se repita.

Paul, que, como gerente de um dos principais hotéis em Kigali, salvou mais de mil compatriotas, considera muito triste que a história esteja sempre a repetir-se sem que as pessoas aprendam a lição.

Em entrevista à TSF conta que quando o genocídio no Ruanda estava a decorrer a comunidade internacional virou as costas, fechou os olhos, bloqueou os ouvidos e fingiu que não estava a ver. Quando tudo acabou, essa mesma comunidade apareceu de joelhos, suplicando por perdão, pedindo desculpa e dizendo: temos pena mas não sabíamos.

Paul Rusesabagina recorda que quando visitou o Darfur ficou impressionado com as semelhanças que encontrou em relação ao Ruanda antes da guerra. Havia milhares de pessoas deslocadas no interior daquela região do mundo, o mesmo acontecia em Kigali que no inicio dos anos 90 era uma capital cercada por um milhão e 200 mil pessoas deslocadas, sem comida, sem abrigo, sem água potável e onde a morte era uma visita diária.

Paul apela, por isso, aos lideres mundiais: diz que está na hora de se levantarem e fazerem o que está certo.

FILME - HOTEL RUANDA

poster hotel ruanda

A história se passa em Kigali, capital da Ruanda em 1994, no que ficou conhecido por Genocídio de RuandaPaul Rusesabagina (Don Cheadle) é gerente do Hotel des Mille Collines, propriedade da empresa belga Sabena. Relata um período de aumento da tensão entre a maioria hutu e a minoria tutsi, duas etnias de um mesmo povo que ninguém sabe diferenciar uma da outra a não ser pelos documentos.

Tudo começa quando o presidente de Ruanda morre em um atentado após assinar um acordo de paz. Imediatamente os hutus entram em guerra aos tutsis, dando início a matança de tutsis.

Neste instante, Paul tenta proteger sua família, mas com iminente massacre generalizado, compra favores para proteger seus vizinhos que haviam pedido abrigo em sua casa na primeira noite de atrocidades.

Com a continuidade da tensão e mortes de governantes, os turistas partem enquanto que no hotel, aumentam a quantidade de vítimas que procuram abrigo e proteção (forças do EUA) fazem a segurança do mais novo “hotel de refugiados”.

Fonte: TSF Rádio Notícias (Portugal) e Wikipedia

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mahdi anticristo messias

Guerra na Síria completa três anos contabilizando mais de 140.000 mortos

A guerra na Síria se arrasta desde março de 2011. Após três anos, já morreram mais de 140.000 pessoas, milhões foram expulsos de suas casas e arrasou a economia do país. Os esforços diplomáticos, não fizeram nenhum progresso. O assunto deixou de ser notícias na maioria das TVs, que hoje voltam suas câmaras para o conflito na Crimeia.

Apesar das ameaças, a ONU não fez nenhum movimento significativo para pôr um fim ao embate. Embora o governo sírio negue, esta é uma guerra religiosa. Mais do que isso, para os radicais de ambos os lados, é o início da última guerra, que trará o final dos tempos sobre a Terra. “Se você acha que todos esses guerreiros mujahideen vieram de todo o mundo para lutar contra o presidente Assad, está enganado”, disse Abu Omar, um jihadista muçulmano sunita que usa faz parte de uma das muitas brigadas anti-Assad da região de Aleppo.

“Eles estão todos aqui, como profetizado pelo Profeta Maomé! Esta é a guerra, que ele prometeu, é a Grande Batalha”, exclamou ele à agência Reuters. Do outro lado do front, muitos muçulmanos xiitas, vindos do Líbano, do Iraque e do Irã são atraídos para a guerra, por acreditarem que ela abrirá o caminho para o retorno do Imã Mahdi. Esse é o nome dado a um descendente de Maomé que “desapareceu” da Terra 1.000 anos atrás e que irá ressurgir em um momento de guerra para estabelecer um governo islâmico global antes do fim do mundo.

anticristo islâmicoEssa crença que contrapõe sunitas e xiitas espalha inquietação em todo o Oriente Médio, onde a religião majoritária é o islamismo. Existem profecias apocalípticas do século 7 atribuídas a Maomé que falam sobre um Oriente Médio encharcado de sangue. São milhares de provérbios do profeta e seus companheiros, ou hadiths, referindo-se ao confronto de dois enormes exércitos islâmicos na Síria, em uma grande batalha perto da capital Damasco.

Segundo a tradição, os hadiths são as mais importantes fontes de autoridade no Islã depois do  Alcorão. Esses textos históricos tornaram-se uma ferramenta poderosa de recrutamento ao redor do mundo. “Temos aqui mujahideen da Rússia, Estados Unidos, Filipinas, China, Alemanha, Bélgica, Sudão, Índia e Iêmen e em outros lugares”, disse Sami, um rebelde sunita que luta no norte da Síria. “Eles estão aqui porque o Profeta prometeu, a Grande Batalha já está acontecendo.”

Ambos os lados enfatizam que o objetivo final é consolidar um Estado islâmico que irá dominar o mundo, subjugando judeus e cristãos antes do final dos tempos. Um dos argumentos usados para justificar as crucificações e decapitações de cristãos na região.

Embora alguns clérigos sunitas e xiitas acreditem que existam “sinais semelhantes”, essa interpretação não é apoiada pela maioria dos líderes.

Segundo a tradição, toda a região será abalada a partir da Península Arábica e chegando até Jerusalém. Quase todos os países do Oriente Médio enfrentarão tumultos. Algo que os radicais acreditam que começou com a chamada “Primavera Árabe” alguns anos atrás. Uma hadith afirma que “o sangue vai chegar ao nível do joelho” em toda a região.

“Cada dia que passa sabemos que estamos vivendo os dias que o Profeta falou”, disse Mussab, que  luta na Frente Nusra, um grupo radical sunita ligado à Al Qaeda. Murtada, um xiita de 27 anos conta que deixou em casa a esposa e dois filhos quando vai à Síria lutar contra os rebeldes, mas explica que não está lutando por Assad. Ele faz tudo em nome do Mahdi. “Mesmo que eu seja martirizado agora, quando ele aparecer irei renascer para lutar contra o exército inimigo. Eu serei seu soldado”, contou ele à Reuters.

Murtada passa a maior parte do tempo na Síria, indo para casa de tempos em tempos: “Nada é mais precioso do que o Imã, nem mesmo a minha família. É nosso dever”, decreta.

Abbas, um soldado xiita iraquiano de 24 anos afirma que percebeu que estava vivendo na era do retorno do Mahdi, quando os Estados Unidos e a Grã-Bretanha invadiram o Iraque em 2003. Atualmente está em Bagdá, onde prepara-se para ir para a Síria pela quarta vez.

Uma pesquisa de 2012 indicou que mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo. Para a maioria deles, o Mahdi virá governar o mundo e derrotar de vez os inimigos dos que servem a Alá.

Desde 2009, Joel Richardson, especialista em profecias bíblicas, vem alertando as igrejas sobre o que ele chama de “O Anticristo islâmico”. Com um livro sobre o assunto e várias pregações, ele é parte de um grupo de estudiosos que defendem que o Mahdi dos muçulmanos é o que a Bíblia chama de o “Falso profeta”, que deve acompanhar o Anticristo em seu reino antes do final dos tempos.

Fonte: Gospel Prime

VÍDEO

Aqui tem uma entrevista do autor do livro O Anticristo Islâmico falando sobre o documentário amplamente divulgado pelo governo do Irã em 2012 para sustentar a crença do Messias Islâmico e as promessas do Fim dos Tempos a todos os muçulmanos espalhados pelo mundo. Assistam a entrevista esclarecedora do autor (só ignorem a abertura meio sensacionalista do programa chamado Isto é sobrenatural… o cara trata sobre vários temas nessas entrevistas, mas essa especificamente recomendo que seja vista com bastante atenção.

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guerra das malvinas

Em 2 de abril de 1982, a Argentina atacou as Ilhas Malvinas, ocupadas pelos britânicos desde 1833. Porém, Margaret Thatcher ordenou a retomada e os argentinos foram expulsos.

Um dos últimos resquícios dos tempos imperiais britânicos são as Ilhas Malvinas (Falkland), Geórgia e Sandwich do Sul, um arquipélago perdido no Atlântico Sul, com algumas centenas de criadores de ovelhas, a cerca de 13 mil quilômetros de distância de Londres.

Havia indícios de existência de petróleo nas Malvinas – as ilhas serviam de base para a exploração de recursos marinhos e de porto intermediário para navegações que seguiam para a Antártida.

No dia 2 de abril de 1982, soldados argentinos dominaram a pequena guarnição britânica nas Malvinas. Era a tentativa do regime militar de desviar a atenção da população da grave crise econômica e unir a nação por meio de um ato patriótico. Inicialmente, os generais pareciam ter atingido os objetivos militar e político – os sindicatos chegaram a suspender uma greve geral contra a Junta Militar.

Argentina subestimou a determinação de Thatcher

Em Londres, governava Margaret Thatcher, mais tarde conhecida como “dama de ferro” do Partido Conservador. Um dia após a invasão da Argentina, ela não deixou dúvidas na Câmara Baixa do Parlamento britânico de que estava disposta a reconquistar as ilhas. A Argentina subestimou a determinação de Thatcher, que contava com amplo apoio da população e até dos partidos da oposição.

O então líder do Partido Trabalhista inglês, Michael Foot – tradicionalmente um pacifista –, defendeu a intervenção armada para retomar o arquipélago com o seguinte argumento: “As garantias dadas pelo exército invasor valem tanto quanto as garantias oferecidas pela mesma Junta Militar aos seus próprios concidadãos. Não se deve esquecer que milhares de argentinos que lutaram por seus direitos políticos foram presos e torturados”.

Raramente o Reino Unido foi tão unido como naqueles dias de abril de 1982. As ações militares britânicas começaram em clima de festa, três dias após a invasão, com a mobilização da Marinha e da Aviação. A superioridade militar inglesa foi imbatível em todos os terrenos da guerra naval, aérea e terrestre.

Os generais argentinos também se enganaram quanto às reações internacionais. Por exemplo, a neutralidade passiva de vizinhos latino-americanos, como o Chile e o Brasil. O golpe mais duro para o governo em Buenos Aires foi, porém, o apoio diplomático e militar dos Estados Unidos ao Reino Unido. O serviço de inteligência militar norte-americano manteve as tropas britânicas informadas das ações militares argentinas.

Fim da guerra iniciou desmantelamento do regime militar

Diplomaticamente isolada e militarmente em desvantagem, a Argentina capitulou, depois de dois meses e meio de conflito, no dia 14 de junho de 1982. O fim da guerra representou não só uma derrota nos campos de batalha como também o início do desmantelamento do regime militar argentino. Margaret Thatcher, que antes da guerra era uma das mais rejeitadas líderes de governo da história britânica, foi festejada como heroína.

Na Argentina, o general Leopoldo Galtieri renunciou, em julho, sob uma onda de manifestações populares contra a ditadura. Seu sucessor, o general Reynaldo Bignone, iniciou as negociações para devolver o poder aos civis. O candidato da União Cívica Radical (UCR), Raul Alfonsín, venceu as eleições presidenciais de dezembro de 1983.

Três anos depois, os chefes militares das Malvinas foram condenados a penas de 8 a 12 anos.

Autor: Peter Philipp (gh)

Fonte: DW

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