Teoria Kondratiev

O intervalo de tempo que foi concedido à humanidade entre a terceira e a quarta guerra mundial está perto do fim, foi a conclusão a que chegaram os cientistas da Academia das Ciências Militares russa com base na teoria dos ciclos de Kondratiev.

De acordo com essa teoria (também chamada de teoria das “ondas longas”), desenvolvida pelo economista soviético Nikolai Kondratiev, a próxima guerra mundial poderá ter início na próxima década, na opinião de Serguei Malkov, membro da Academia das Ciências Militares e Professor da Universidade de Moscou. A pedido da nossa estação de rádio, o professor expôs a sua visão das perspetivas previsíveis que a humanidade irá enfrentar.

De forma extremamente resumida, os ciclos de Kondratiev são períodos de desenvolvimento econômico da civilização moderna com uma duração de quarenta a sessenta anos.

Nikolai Kondratiev delineou um total de seis ciclos que abarcam um período histórico entre os anos de 1803 e 2060. O quarto ciclo decorreu aproximadamente entre o fim da Segunda Guerra Mundial e a primeira metade dos anos oitenta. Neste momento nós estamos a viver o quinto ciclo que, segundo as previsões de Kondratiev, deverá terminar em 2018. Os adeptos dessa teoria ligam cada ciclo econômico diretamente ao seu nível ou padrão tecnológico. O período atual é caracterizado pelo desenvolvimento das IT, das telecomunicações e da robótica. O ciclo seguinte, o sexto, deverá ficar assinalado por um grande avanço das nano e biotecnologias e das tecnologias da informação e do conhecimento.

Cada ciclo, no entanto, além dos avanços tecnológicos, é acompanhado por crises e guerras. O fim do ciclo atual e a transição para o padrão tecnológico seguinte será acompanhado pelo menos por uma fortíssima instabilidade política, ou mesmo por uma guerra mundial, na opinião do Professor da Universidade de Moscou Serguei Malkov:

“Nós encontramo-nos agora na fase de crise, esta evoluiu para uma depressão e estamos à procura de possíveis saídas desse estado de depressão. Nomeadamente graças às novas tecnologias de ponta que serão os controladores do crescimento. São as chamadas tecnologias NBIC: nano e biotecnologias, tecnologias da informação e ciências cognitivas. Mas este período é muito perigoso porque ainda não se vislumbra uma saída, enquanto já se acumularam as contradições. Nessa altura, normalmente, acontecem as guerras mundiais. Tanto as comerciais, financeiras, econômicas e políticas, como as guerras propriamente ditas. Acontece uma espécie de reordenamento do mundo”.

Realmente, se considerarmos a teoria dos ciclos como um modelo a seguir, podemos verificar que, durante os dois últimos séculos, os acontecimentos mais sangrentos da história mundial ocorreram no final de cada uma das chamadas ondas de Kondratiev. A crise já passou e agora estamos a aproximar-nos do ponto fatal. Segundo as previsões dos partidários da teoria de Kondratiev, o momento crítico irá ocorrer nos anos 2016-2017.

É obviamente difícil prever neste momento se irá rebentar uma guerra mundial em grande escala no sentido tradicional. Mas o professor Malkov não tem dúvidas que irão começar as guerras informativa, psicológica, econômica e comercial:

“A anterior, a Terceira Guerra Mundial ocorreu precisamente na fronteira entre o quarto e o quinto ciclos de Kondratiev. Ela teve lugar sem um uso generalizado das armas, mas os resultados estão à vista: o mapa geopolítico mundial foi redesenhado, a URSS, pretendente ao domínio mundial, e os seus aliados, sofreram uma derrota avassaladora e deixaram de existir na sua forma anterior. Na situação atual, o papel de União Soviética pertence ao novo candidato á supremacia mundial que é a China”.

No novo ciclo da espiral do desenvolvimento da humanidade, os acontecimentos principais irão se desenvolver à volta da interação entre a China e os EUA. De resto, o conflito em gestação na Península Coreana está perfeitamente de acordo com o modelo de reordenamento do mundo, é a opinião de Serguei Malkov. Neste caso, estas são consequências da política dos EUA que provocam o surgimento de zonas de conflito dentro das fronteiras das zonas dos interesses norte-americanos. Na Região da Ásia-Pacífico, estão presentes, lado a lado, todos os concorrentes “tecnológicos” dos EUA: a Rússia, a China, o Japão e até a Coreia do Sul.

Na opinião de Malkov, neste momento os EUA estão a perder as suas posições por todo o mundo. A instabilidade econômica mundial valoriza o dólar norte-americano e a instabilidade política aumenta a necessidade de os Estados Unidos atuarem como um árbitro internacional. Como os EUA já não conseguem sustentar as suas pretensões à liderança mundial com base no seu poderio econômico, eles irão começar a usar para isso as suas ferramentas políticas, financeiras e mesmo tecnológicas. Os norte-americanos estão simplesmente obrigados a provocar a instabilidade no mundo.

É completamente evidente que, no contexto atual, se trata realmente de uma utopia. Já a realidade é tal que, independentemente da teoria dos ciclos, o reordenamento mundial não é um cenário irrealista.

Fonte: Voz da Rússia

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Joseph Stalin 60 anos morte

A sombra de Stalin é ainda muito presente na Rússia, que lembra nesta terça-feira o 60º aniversário de sua morte, dividida entre aqueles que o consideram um carrasco e os que querem reviver seu legado histórico.

“Dê-me o nome de um dirigente que não tenha sido um assassino, que não assinou penas de morte”, afirmou à agência EFE Sergei Obukhov, deputado e um dos dirigentes do Partido Comunista da Rússia (PCR).

Inatingíveis ao desalento, os dirigentes comunistas estarão presentes hoje na Praça Vermelha, assim como fazem todos os anos no dia 5 de março, para depositar flores no túmulo de Josef Stalin, aos pés do muro vermelho do Kremlin.

“É verdade, os soviéticos tiveram que pagar um preço alto (em vidas humanas) pelas grandes conquistas, mas o povo estava disposto a se sacrificar. Compare os avanços nas suas duas décadas no poder com os últimos 20 anos da Rússia”, acrescentou o deputado.

Os comunistas acreditam que o atual presidente russo, Vladimir Putin, deveria agradecer a Stalin pelo potencial nuclear, pelo programa espacial, pelo assento permanente no Conselho de Segurança da ONU e, inclusive, pelo estado de bem-estar no país.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Centro Levada antes da efeméride, 49% dos russos considerou positiva a atuação do ditador soviético na vida do país, enquanto um terço se manifestou de forma contrária.

Além disso, 55% dos russos consideram que a morte de Stalin em 1953 trouxe consigo o fim da era do terror e das repressões maciças, e a libertação de milhões de pessoas inocentes das prisões.

“Ao contrário dos alemães, os russos se negam a reconhecer sua culpa, por isso preferem esquecer que Stalin foi um criminoso. Não aprendemos nada do passado soviético”, afirmou Nikita Petrov, historiador do centro de direitos humanos Memorial.

Segundo Petrov, a culpa reside “na negativa das autoridades russas de realizar uma avaliação não só política, mas jurídica, de Stalin e de um sistema totalitário que se sustentava exclusivamente na repressão de seu povo”.

“O Kremlin mantém um jogo duplo: não faz propaganda stalinista, mas também não a proíbe. Os alemães, ao reconhecerem sua culpa pelo nazismo, conseguiram criar um estado democrático”, destacou.

Na mesma linha, Vsevolod Chaplin, porta-voz e um dos principais ideólogos da Igreja Ortodoxa Russa (IOR), disse que os crimes stalinistas “não podem ser justificados por nenhum motivo”.

Chaplin também acrescentou que “é evidente que na época soviética, incluído o governo de Stalin, nosso povo realizou façanhas extraordinárias, alcançou uma grande vitória e conseguiu grandes avanços na ciência, tecnologia, indústria e economia, em geral”.

“Stalin, o Grande” é o título do livro escrito pelo historiador espanhol Anselmo Santos, militar reformado que dedicou toda a sua vida pesquisando o tirano, que ele considera um “monstro e um assassino, mas também um gênio”.

“Quando Stalin chegou ao poder encontrou um povo analfabeto e na mais absoluta miséria, e o educou e alimentou. Não esqueçamos que cinco milhões de russos tinham morrido na Primeira Guerra Mundial e sete milhões na guerra civil”, afirmou à EFE.

Santos acredita que sem a coletivização forçada da terra, que causou milhões de mortos, Stalin não conseguiria alimentar o povo nem o Exército Vermelho. O mesmo se pode dizer da industrialização: “transformou 25 milhões de parcelas em 250 mil cooperativas”, acrescentou.

“Deve ter feito em dez anos o que a revolução industrial fez em mais de um século. Stalin realizou a maior operação logística da história ao transferir 2.500 fábricas, pedra por pedra, para os Urais. Isso sim é um milagre”, disse.

O ex-militar espanhol reconheceu que Stalin foi mais bárbaro e cruel que a Inquisição, pois mandou matar quase um milhão de membros do partido durante os expurgos, mas também ressaltou que fez um grande favor ao mundo ao frear o avanço de Hitler, o que foi reconhecido pelo próprio Winston Churchill.

Aproveitando o 70º aniversário da batalha de Stalingrado, os comunistas pediram a volta desse nome à atual cidade de Volgogrado, apesar de 55% dos russos terem se manifestado contrários e só 23% a favor, segundo outra pesquisa do Centro Levada.

O presidente russo, Vladimir Putin, condenou em 2007 as repressões soviéticas, especialmente as stalinistas, e pediu que a população não se esquecesse “do extermínio de classes inteiras, como o clero, o campesinato e os cossacos”.

Na cidade georgiana de Gori, onde nasceu Stalin, a prefeitura informou à EFE que vai gastar US$ 15 mil na restauração do monumento ao ditador que foi retirado há dois anos.

Trata-se do maior monumento a Stalin em toda a antiga União Soviética (13 metros de altura) e será erguido este ano próximo ao museu do ditador, que hoje terá a entrada livre.

Fonte: Defesa Net

DEVASTAÇÃO: Coincidência que a morte de Hugo Chávez tenha sido na mesa data do ditador russo Stalin, que assim como ele dividiu o país, sendo amado por uns e odiado por muitos outros. Ambos tiveram tanto poder nas mãos e o que lhes restou agora?

(Roberto)

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army-news.ru

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Na Rússia está sendo elaborado um sistema de proteção global da Terra de ameaça de cometas. Recentemente, o nosso planeta evitou uma colisão com o asteroide Apophis, mas em 2029 ele irá virar novamente em direção à Terra.

Segundo dados da NASA, o perigo potencial para os terráqueos são cerca de 47,000 asteroides de 100 metros de diâmetro, situados a uma distância de menos de oito milhões de quilômetros da Terra. No século XXI, são teoricamente possíveis 11 colisões, e quatro delas podem ocorrer antes de 2050.

Há que se proteger contra esses intrusos e buscar as melhores maneiras de o fazer. Os cientistas russos têm seu plano de ação em caso de perigo, diz o representante do Centro estadual acadêmico Makeev de foguetes, Serguei Makhankov:

“Há uma hipótese – a destruição desses objetos perigosos. Serão dispositivos que desintegrarão o asteroide em fragmentos menores. Ou então, nos asteroides serão instalados dispositivos que permitirão mudar sua trajetória…”

Para colocar os aparelhos-destruidores nos objetos espaciais perigosos para os terráqueos podem ser usados mísseis balísticos intercontinentais, diz o pesquisador do Centro estadual acadêmico Makeev de foguetes, Sabit Garaev:

“Acoplamos ao míssil o aparelho com seu próprio motor e sistema de controle. O míssil leva-o alguns milhões de quilômetros para cima e solta-o. Nós temos Kaissa – um aparelho de inteligência, e um dispositivo de ataque – o Kapkan (Armadilha). Em 2021, pretendemos lançar para Apophis um aparelho de inteligência que irá recolher amostras de solo, colocar sensores que irão voar junto com Apophis. Eles irão fornecer as coordenadas exatas de sua trajetória. E em 2036, se existir um risco de colisão com a Terra, lançaremos para ele o Kapkan. O Kapkan tem vários módulos de ataque que podem explodir ou desviar o asteroide”.

Pode-se montar o aparelho no asteroide usando veículos de lançamento do tipo Angara e Rus. O promissor míssil intercontinental balístico que está sendo desenvolvido para substituir o MBIC Voevoda também poderá servir. Segundo o especialista, eles podem entregar cargas a uma distância de até 10 milhões de quilômetros – o suficiente para alcançar Apophis.

Os cientistas acreditam que a opção mais adequada para combater o intruso é a sua destruição. Sabit Garaev diz:

“Podemos instalar tantos aparelhos de ataque quantos necessário para o dividir em partes completamente inofensivas – até 40 metros. E elas queimam quase completamente na atmosfera”.

Esse sistema de proteção será acionado se perto da Terra chegar um corpo celeste de até 1,5 quilômetros de diâmetro. De um cometa gigante voando a uma velocidade de 70 quilômetros por segundo, esse sistema certamente não vai salvar, acrescenta o cientista. A boa notícia é que, em teoria, isso pode acontecer apenas uma vez em 30 milhões de anos.

Fonte: Voz da Rússia
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DEVASTAÇÃO: Uma observação importante é que essa matéria foi publicada dia 05 de Fevereiro de 2013… Parecem que até já sabiam!
(Roberto)

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Atualização: 15 fev 2013 – 17h05
Novas informações dão conta que o meteorito que atingiu a Russia tinha pelo menos 1/3 do tamanho de 2012 DA14. Isso é cerca de 20 metros de comprimento. Já não se trata mais de um meteorito, mas provavelmente um asteroide ou até mesmo um cometa.


Atualização: 15 fev 2013 – 15h38
De acordo com o periódico Nature, o meteoro que atingiu a região central da Russia é a maior rocha a atingir a Terra desde o evento de Tunguska, em 1908.

Segundo a Nature, a explosão foi mais poderosa que o recente teste militar da Coréia do Norte. Ainda de acordo com a revista, a massa da bola de fogo era superior a 40 toneladas antes de entrar na atmosfera. A estimativa anterior, feita pela Academia de Ciências da Rússia era de 10 toneladas.


Atualização às 13h42
Tamanho estimado do meteorito
Pelas características e extensão dos estragos é possível afirmar que o bólido que caiu na Rússia nesta sexta-feira tinha aproximadamente 5 metros de comprimento e não 1 metro como estimado inicialmente.

A análise de várias câmeras e o tempo de propagação da onda de choque indicam que a ruptura ocorreu entre 10 mil e 15 metros de altitude.

Até agora, pelo menos 3 possíveis áreas de impacto foram identificadas pelas autoridades russas.


Atualização às 09h49
Relação com asteroide 2012 DA14
A queda do meteorito na Rússia levantou uma série de suspeitas de que a rocha poderia ser algum fragmento pertencente ao asteroide 2012 DA14, que nesta sexta-feira fará uma aproximação rasante do nosso planeta. Gostaríamos de esclarecer que isso não procede.

O asteroide 2012 DA14 tem sua órbita perfeitamente calculada e caso algum fragmento se desprendesse do objeto principal, manteria a mesma trajetória prevista para o asteroide e como este, também passaria a cerca de 27 mil km de altitude.

Portanto, não há qualquer razão para especular sobre a possibilidade de mudança de rota do asteroide 2012 DA14 devido à queda de um meteorito ocorrida muitas horas antes na Rússia Central. O que aconteceu foi uma simples coincidência.


Meteorito cai sobre a Rússia e deixa mais de 100 feridos
Um meteorito de cerca de 1 metro de comprimento entrou na atmosfera e caiu na região russa de Tcheliabinsk, no sul dos Montes Urais. Segundo autoridades locais, mais de 500 pessoas ficaram feridas com a explosão, testemunhada por milhares de pessoas.

meteorito_russia_fev_2013

O evento ocorreu à 01h20 pelo horário de Brasília (09h20 do horário local) a 80 quilômetros de Satka, uma cidade de 45 mil pessoas situada a cerca de 100 km da fronteira com o Cazaquistão e 2 mil quilômetros ao leste de Moscou.

A entrada na atmosfera provocou uma gigantesca bola de fogo seguida de uma violenta onda de choque que quebrou as vidraças de diversas casas.

Artes: No topo, fotograma da passagem e explosão do meteorito sobre a cidade Satka. Na sequência, dois impressionantes vídeos mostram a explosão do meteorito. Créditos: Youtube, Apolo11.com


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Fonte: Apolo11

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Na próxima sexta-feira, às 17h25 pelo horário de Verão, um asteroide de 140 mil toneladas e 60 metros de comprimento fará um impressionante voo rasante e passará raspando em nosso planeta. O evento será transmitido ao vivo, direto da Austrália.

asteroide_2012da14_chamada

Máxima Aproximação: 15 de fevereiro às 17h25 BRST (Horário de Verão)
Onde ver? Apolochannel Canal 3 a partir das 17h00 BRST

VEJA AO VIVO!
A transmissão ao vivo será feita pelo Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, o JPL e terá início 25 minutos antes da aproximação máxima. O evento terá comentários de especialistas e imagens ao vivo ou recuperadas (se o tempo meteorológico permitir) registradas por observatórios na Austrália. O tempo de transmissão será de 30 minutos.

Depois da máxima aproximação o asteroide ainda estará muito próximo da Terra e a transmissão ao vivo terá início algumas horas mais tarde, à meia-noite pelo horário de verão e se estenderá por 3 horas. As imagens serão captadas pelo telescópio do Marshall Space Flight Center, da Nasa, em Huntsville, Alabama.

Onde ver? Apolochannel Canal 4 a partir das 00h00 BRST do dia 16/02 (madrugada de sexta-feira para sábado)

Dados sobre o asteroide 2012 DA14
Designação: 2012 DA14
Descoberta: 23 fev 2012 / Observatório de La Sagra
Categoria: Antes de 2013: Apollo. Após 2013: Aten.
Período orbital: Antes de 2013: 366 dias. Após 2013: 317 dias.
Rotação: +/- 6 horas
Altitude de aproximação: 27.700 km da superfície – 34.100 km do centro da Terra
Massa Estimado: 140 mil toneladas
Tamanho Aproximado: 60 metros
Velocidade: 28 mil km/h
Energia de impacto: 2.5 megatons

Clique aqui para assistir a transmissão ao vivo

Veja também
2012 DA14: Choque produziria explosão igual a 130 bombas atômicas
Asteroide 2012 DA14: saiba como será a aproximação máxima

Vídeo: A animação mostra o momento da máxima aproximação do asteroide 2012 DA14 acima do oceano Índico. Crédito: NASA, Apolo11.com.


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Fonte: Apolo11

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Memorial em Stalingrado: "A mãe pátria chama"

Memorial em Stalingrado: “A mãe pátria chama”

Na Rússia comemora-se o septuagésimo aniversário da vitória na batalha de Stalingrado. O dia 2 de fevereiro é considerado ponto de viragem no desenrolar da Grande Guerra Patriótica. Precisamente na batalha de Stalingrado o exército alemão-nazista sofreu uma derrota e o Exercito Vermelho deu início à sua marcha vitoriosa a partir das margens do rio Volga libertando não somente a Europa, mas também o mundo inteiro do nazismo.

Na terra de Volgogrado veneram piamente a façanha dos defensores de Stalingrado. A vitória na batalha de Stalingrado, que se deu a 2 de fevereiro de 1943, equivale em importância ao Dia da Grande Vitória, festejado em 9 de maio de 1945. As cerimônias solenes, dedicadas ao septuagésimo aniversário da derrota dos fascistas nas margens do rio Volga, começaram em Volgogrado bem cedo com a deposição de coroas e de flores junto do Fogo Eterno na alameda dos Heróis, situada no centro da cidade. Os presentes baixaram as cabeças e observaram um minuto de silêncio honrando a memória dos que morreram nesta batalha. A seguir na praça de Combatentes Tombados foi realizada uma parada militar, da qual participaram mais de 600 soldados, oficiais, cadetes e alunos de ginásios militares. Desfilaram solenemente três unidades de gala – os marinheiros, os aviados e os fuzileiros, vestindo os uniformes históricos da época de guerra. A parada foi encabeçada por um tanque lendário T-34.

Os veteranos da Grande Guerra Pátria e defensores de Stalingrado assistiram à parada com os olhos cheios d’agua. Eles vieram de diversas regiões da Rússia, assim como da Ucrânia, Bielorrússia e Armênia. “A batalha de Stalingrado tornou-se um ponto de viragem não somente da Grande Guerra Patriótica: ela determinou o destino de todos os povos do mundo”, disse Svetlana Safonova, presidente do Conselho de veteranos do Qüinquagésimo Primeiro Exército na Crimeia.

Exército Vermelho em Berlim

Exército Vermelho em Berlim

“Este foi o ponto final da guerra. Se não fosse a batalha de Stalingrado, não se sabe, o que seria. Os alemães iriam penetrar no Cáucaso, tomar jazidas de petróleo, e creio que nós simplesmente deixaríamos de existir. A guerra foi parada precisamente aí. Ninguém sabe, quanta gente morreu aqui. Como era vergonhoso o aspecto de Paulus, e dos alemães – esfarrapados, famintos, gelados, mal conseguindo mexer-se.”

A batalha de Stalingrado prolongou-se por mais de meio-ano. Os soldados lutavam por cada rua, cada casa. A famosa casa de Pavlov resistiu ao lugar durante 58 dias. A cidade foi reduzida a um montão de ruínas. Combates especialmente encarniçados eram travados pelo Mamaev Kurgan, o ponto mais alto da cidade. Nesta terra jazem os restos mortais de dezenas de milhares de soldados que tombaram na batalha. O total de perdas humanas de ambas as partes ultrapassa dois milhões de homens.

Por ocasião do septuagésimo aniversário da batalha de Stalingrado, no cemitério memorial do Mamaev Kurgan ao pé do grandioso monumento Pátria-Mãe, foram instaladas mil e quinhentas lápides de mármore negro, em que estão gravados os nomes de 17 mil soldados e oficiais, mortos na batalha de Stalingrado.

São unidades de busca que ajudam a recuperar os nomes dos soldados que tombaram nesta batalha. Trata-se de um trabalho meticuloso e pesado – é preciso escavar a terra e revirar documentos nos arquivos. Este trabalho é difícil não somente no plano físico, mas também moral, diz Svetlana Pervukhina, representante da organização juvenil social de Volgogrado “Busca”.

“Temos crianças na idade a partir de 14 anos que trabalham conosco e cada uma delas reconsidera totalmente a situação. Os avôs e avós de todos lutaram e falaram-lhes da guerra. Mas somente quando a expedição concluiu o trabalho e foram acesas velas em homenagem a todos os soldados, cujos restos tinham sido encontrados, somente aí eles compreenderam que estes soldados eram os seus coetâneos, talvez um pouco mais velhos ou mais jovens. E os olhos dos meninos encheram-se de lágrimas. A nossa busca é um trabalho difícil mas, ao mesmo tempo, é grato.”

A batalha de Stalingrado serviu de tema para milhares de livros, dezenas de milhares de artigos de jornais e revistas, para filmes e para canções. Mas mesmo assim muitos aspectos da batalha ainda continuam desconhecidos. Os participantes da conferência científico prática internacional “Batalha de Stalingrado nos destinos dos povos” tentaram lançar luz sobre estas páginas obscuras da história. Os pesquisadores da batalha de Stalingrado, o pessoal de arquivos e museus, alunos das escolas superiores e dos cursos de pós-graduação de Volgogrado prepararam informes sobre a atividade de guerrilheiros, sobre as façanhas laborais dos defensores de Stalingrado. A derrota de um dos maiores e mais poderosos exércitos alemães nas margens do rio Volga foi mérito de milhões dos soviéticos que lutaram na frente de batalha, ou trabalharam na retaguarda, afirma a historiadora Elena Tsunaieva, co-autora da enciclopédia histórica “Os defensores de Stalingrado e a batalha de Stalingrado”.

“Este é um dos ramos da ciência histórica que consiste em que através da “microhistória” faz-se uma tentativa de mostrar os processos enormes no pais, mostrar através de biografias das pessoas como o país trabalhava. A ideia da enciclopédia biográfica visa precisamente isso. Mostrar o trabalho heróico, por exemplo, de uma professora, um aceiro, ferroviário ou arrumadeira de uma empresa que participou da evacuação desta empresa para outra margem do rio Volga. Portanto, o destino de uma pessoa serve de lente através da qual se mostram todos os esforços, por mais pequenos que sejam, que formaram, afinal, a vitória.”

Stalingrado continua sinônimo da enorme coragem e firmeza dos soldados soviéticos e da derrota dos nazistas. Esta vitória foi eternizada nos nomes de ruas e praças de Paris, Bruxelas, Milão e outras cidades da Europa. Esta batalha alterou o mundo. Os historiadores afirmam que em Stalingrado se deu a reviravolta moral na guerra. Esta vitória inspirou as forças anti-hitlerianas do Ocidente e não deixou que a guerra se alastrasse mais para o Leste.

Fonte: Voz da Rússia

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Arte Facebook Mister Go

Arte Facebook Mister Go

As redes sociais da Rússia fervilhavam nesta sexta-feira em críticas e ironias relacionadas ao ator francês Gerard Depardieu, que fez um elogio “à grande democracia” russa em uma carta de agradecimento ao presidente Vladimir Putin por tê-lo concedido a nacionalidade desse país.

“Gerard, venha no dia 31 de janeiro à Praça Triumfalnia (em Moscou) com seu novo passaporte russo no bolso. Todo dia 31, às 18 horas, nesta praça, cidadãos russos exigem o direito de se reunir pacificamente, como está contemplado no artigo 31 da Constituição. Esperamos por você, Gerard!”, lançou na rede social LiveJournal o escritor Eduard Limonov, ativo opositor de Vladimir Putin.

Arte Facebook Mister Go

Arte Facebook Mister Go

Na quinta-feira à noite, a rede de televisão russa Pervyi kanal divulgou uma carta em que Depardieu declarava: “Conversei inclusive com o meu presidente, François Hollande (…) Sabe que gosto do seu presidente Vladimir Putin e que é algo mútuo. Disse a ele que a Rússia é uma grande democracia”.

“Não esqueceremos e não o perdoaremos nunca por esta frase: ‘É uma grande democracia’”, declarou o jornalista Matvei Ganapolski à rádio opositora Echo Moskvy.

No Facebook, uma caricatura representa Depardieu caído, com uma balalaika (viola típica) na mão e calçado com lapti, sapatos artesanais trançados em vime como os que eram usados pelos camponeses russos antigamente.

Embaixo dessa caricatura proliferavam os comentários. “É um imbecil”, escreveu Yelena Durden-Smith. “Não é um idiota, mas não está bem da cabeça”, considerou Tanya Parokha, de Moscou.

No blog da Echo Moskvy, alguns se referiam diretamente à suposta queda do ator francês por bebidas “quentes”. “Já não temos alcoólatras suficientes aqui? Além da isenção de impostos, talvez ganhe vodca gratuita e em quantidades ilimitadas.”, escreve sparky.

Muitas pessoas que fizeram comentários se perguntam sobre se Depardieu realmente viverá na Rússia para desfrutar de um sistema fiscal mais favorável do que na França.

Arte Facebook Mister Go

Arte Facebook Mister Go

“Minha intuição me diz que Gerard não virá”, escreveu vasatkavasa1 no LiveJournal, expressando um sentimento geral, enquanto especialistas ressaltam que a lei permite em alguns casos particulares que a pessoa se beneficie do sistema fiscal russo, embora não viva no país.

Na Rússia, onde não havia jornais em circulação devido às festas do Natal ortodoxo de 7 de janeiro, as reações podiam ser vistas nas redes sociais.

Putin concedeu na quinta a cidadaníia russa ao ator francês Gerard Depardieu, que confirmou em uma carta enviada ao regime russo que havia feito um pedido, no momento em que a França vive uma polêmica em torno de seu exílio fiscal.

Depardieu, que nesta sexta-feira estava na Ucrânia por assuntos pessoais, não anunciou se pretende ir à Rússia nos próximos dias.

© ANP/AFP

Fonte: RNW

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Fonte: Google Imagens

Fonte: Google Imagens

Não importa o quanto os governos e especialistas desmintam a possibilidade de o mundo acabar dia 21 de dezembro, teorias divulgadas na Internet tem gerado pânico em vários lugares do mundo.

Até mesmo a NASA já desmentiu a possibilidade, mas muito se fala sobre o mítico planeta Nibiru, que poderia se chocar contra a Terra.

O pico Bugarach, uma montanha de 1.231 metros situada no sul da França, onde vivem 188 pessoas, é apontada como um dos únicos lugares seguros do mundo. O pequeno povoado, aos pés do maciço de Corbières e dos Pirineus, seria uma espécie de “pista de aterrissagem” para uma nave de extraterrestres. Segundo movimentos da Nova Era, eles poderão salvar algumas pessoas que estiverem no local. Embora o prefeito já tenha avisado que não quer “turistas apocalípticos”, há quem peça na internet 2,5 mil euros por barracas e tendas de campanha que podem ser instaladas nas florestas próximas ao refúgio e até mesmo a oferta de um “bunker” no local por 25 mil euros.

Segundo o relatório de 2010 da comissão francesa de luta contra as seitas, Miniviludes, “os adeptos do pico Bugarach propagaram diversas hipóteses ligadas às teorias apocalípticas: terremotos, tsunamis, inversão dos pólos magnéticos, aumento da atividade solar e a colisão com o planeta Nibiru”.

Ron Hubbard, que fabrica abrigos subterrâneos para sobrevivência de furacões, disse ter visto uma explosão no seu negócio. “Passamos de um por mês para um por dia”, disse. “Eu não tenho uma opinião formada sobre o calendário maia, mas quando os astrofísicos começaram a vir, comprar meus abrigos e me dizer para estar preparado para erupções solares, radiação, pulsos eletromagnéticos… Decidi que vou ficar debaixo da terra do dia 19 até o dia 23. é melhor me prevenir, caso algum deles esteja certo”. Os abrigos fabricados pela Atlas, empresa de Hubbard, devem ser enterrados a, no mínimo, 8 metros de profundidade e o mais barato sai por 15 mil dólares.

Na Rússia viu pessoas em Omutninsk, na região de Kirov, correndo para comprar querosene e suprimentos depois de um artigo de jornal, supostamente escrito por um monge tibetano, confirmou o fim do mundo para dia 21. Em Barnaul, perto das montanhas de Altai, os moradores compraram todas as lanternas e garrafas térmicas disponíveis no mercado.

Dmitry Medvedev, o primeiro-ministro russo, chegou a falar sobre a situação na TV, tentando acalmar a população.

Na China, que não tem um histórico de preocupação com o fim do mundo, testemunhou uma onda crescente de paranóia sobre o apocalipse desde o lançamento do filme “2012″, três anos atrás. Como o longa foi um sucesso na China, os telespectadores parecem ter assimilado a mensagem de que algo terrível ocorrerá com a humanidade. Na província de Sichuan, por exemplo, nos últimos dias houve uma corrida às lojas para se comprar velas. O motivo seria uma mensagem divulgada na rede social Sina Weibo (similar ao Twitter) sobre os “três dias de escuridão” que a Terra enfrentará a partir do dia 21. Em vários supermercados da região acabaram os estoques de velas.

Enquanto isso, no México, local da antiga civilização maia, esse “tempo do fim” está sendo encarado como uma boa oportunidade de lucro. O país divulgou que o turismo quase dobrou na região este ano e centenas de eventos serão realizados para comemorar o “apocalipse maia”.

Pedro Celestino Yac Noj, um sábio maia, afirma que apenas queimará sementes e frutos para marcar o fim deste calendário, em uma cerimônia especial. Mas ele explica: “O dia 21 é para dar graças e o 22 saúda um novo ciclo, um novo amanhecer.” Com informações de Telegraph.

Fonte: Gospel Prime

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O livro do Apocalipse é alvo de variadas interpretações em diferentes linhas teológicas, que vão desde a literalidade até a linguagem figurada. As revelações feitas a João são tema de diversas discussões no meio cristão, e fonte de estudo para os que tentam prever o fim do mundo, ou o arrebatamento da Igreja.

O site Arca Universal publicou um artigo sobre o Apocalipse e afirmou que “muitos são os intérpretes das profecias apocalípticas que creem em uma terceira e em uma quarta guerra mundial, justificando assim a luta final dos povos, ou o Armagedom”.

A curiosidade neste caso fica por conta da definição de nomes aos países protagonistas do Armagedom: Rússia e China.

De acordo com o texto do site da Igreja Universal do Reino de Deus, “a terceira guerra será encabeçada pelo anticristo, liderando a federação de dez reinos contra a Rússia e os seus aliados. Esta ocupará Israel e as terras circunvizinhas, a fim de pôr fim ao conflito contínuo entre árabes e israelenses”, e como resposta à objeção do anticristo, “a Rússia, então, fará chover as suas bombas atômicas nas cidades costeiras dos Estados Unidos, bem como em muitas cidades europeias”.

Já a quarta guerra mundial seria o complemento do Armagedom, na visão exposta pela Universal: “Dessa vez a China, após ter feito muitas conquistas de territórios russos e asiáticos, invadirá a Palestina com milhões de homens, promovendo assim a Quarta Guerra Mundial. Mas o anticristo, liderando os aliados, prevalecerá novamente. E somente depois disto é que virá o juízo sobre o restante da humanidade, do anticristo e do falso profeta. E então o milênio será instaurado”.

Confira abaixo a íntegra do artigo “A Quarta Guerra Mundial”, do site Arca Universal:

A foice afiada está erguida não para recolher frutos, mas para ceifar o que não presta. Ela é o instrumento de juízo da vingança divina que prepara a Terra para os mil anos de paz. Aliás, na Bíblia a foice nunca é utilizada para recolher frutos.

Esta, aliás, é a única vez, em toda a Escritura, que encontramos a descrição do Senhor com uma foice afiada na mão, sinal de algo extremamente terrível para os adoradores da besta, para o anticristo e para o falso profeta.

A execução do juízo divino com relação a eles é o motivo desta vinda do Senhor Jesus, que também é chamada de Armagedom, ou luta final dos povos, e várias vezes é citada no Apocalipse.

Tudo isso se dará após o arrebatamento da Igreja, num período de sete anos. Muitos são os intérpretes das profecias apocalípticas que creem em uma terceira e em uma quarta guerra mundial, justificando assim a luta final dos povos, ou o Armagedom.

Segundo eles, a terceira guerra será encabeçada pelo anticristo, liderando a federação de dez reinos contra a Rússia e os seus aliados. Esta ocupará Israel e as terras circunvizinhas, a fim de pôr fim ao conflito contínuo entre árabes e israelenses.

De fato, isto será apenas um pretexto para tirar benefícios próprios, especialmente do petróleo do mundo. O anticristo certamente fará objeção a essa ocupação e movimentará as suas tropas da federação contra as forças russas.

A Rússia, então, fará chover as suas bombas atômicas nas cidades costeiras dos Estados Unidos, bem como em muitas cidades europeias. A federação de dez reinos, da qual os Estados Unidos fazem parte, fará retaliação das forças russas na Palestina.

A humanidade temerá por sua existência, devido às consequências imprevisíveis desta guerra. Os israelenses, por sua vez, vendo-se livres do cerco russo, reconhecerão que o seu livramento foi um ato de intervenção divina, cumprimento das profecias bíblicas, tal qual aconteceu com o episódio do Mar Vermelho.

Além disso, verão o sinal do Filho do Homem, isto é, o próprio Senhor Jesus Cristo fisicamente, e então se converterão ao cristianismo, passando a proclamar oficialmente Jesus de Nazaré como o Messias.

Isto, no entanto, ainda não será o Armagedom completo, pois em seguida surgirá outra grande guerra: dessa vez a China, após ter feito muitas conquistas de territórios russos e asiáticos, invadirá a Palestina com milhões de homens, promovendo assim a Quarta Guerra Mundial.

Mas o anticristo, liderando os aliados, prevalecerá novamente. E somente depois disto é que virá o juízo sobre o restante da humanidade, do anticristo e do falso profeta. E então o milênio será instaurado.

Fonte: Gospel +

DEVASTAÇÃO: Apesar de não seguir os ensinamentos vindos da Universal, por esta só falar em dízimo e bençãos materiais na maior parte do tempo, o artigo publicado tem embasamento bíblico e está coerente com boa parte das profecias que indicam o envolvimento da Rússia e da China na tentativa de destruir Israel. Isso está bem claro atualmente, com o apoio que estas duas nações oferecem aos árabes e palestinos nos conflitos do Oriente Médio. Historicamente, estas nações negam a Deus e influenciam massivamente seu povo numa ideologia sanguinária que sempre conduziu ativamente o mundo nos piores conflitos de toda a história.

(Roberto)

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Em 1957, cientistas soviéticos testam a cápsula na qual mandariam a cadela Laika para o espaço. Ela morreria horas depois do lançamento. O motivo da morte só foi revelado em um congresso em 2002: calor e pânico. Foto: Getty Images

Em 3 de novembro de 1957, a cadela Laika se tornava o primeiro animal da Terra a ser colocado em órbita. A bordo da nave soviética Sputnik 2, ela morreu horas depois do lançamento, mas entrou para a história da corrida espacial.

Os primeiros seres multicelulares no espaço foram moscas-das-frutas lançadas por americanos. Depois, macacos foram colocados em foguetes. Contudo, nenhum deles chegou a um voo orbital, ao contrário de Laika.

A Sputnik 2 era a segunda espaçonave a orbitar o planeta – a primeira Sputnik foi lançada em 4 de outubro do mesmo ano e levava o satélite de mesmo nome. A nave que levou Laika tinha forma de cone, 4 m comprimento e uma base de 2 m de diâmetro. Continha diversos instrumentos científicos e um sistema de controle de temperatura. A cadela ficava em uma cabine separada do equipamento e selada.

Um sistema de telemetria mandava dados de engenharia e de biologia durante 15 minutos por órbita. Dois espectrômetros mediam a radiação solar e outros raios cósmicos. Uma câmera de televisão era usada para observar Laika.

Laika

O animal condenado a ir ao espaço era uma vira-lata de 6 kg de nome Kudryavka. Depois, os soviéticos decidiram renomeá-la como Laika. Sua cabine tinha espaço para ela ficar deitada ou em pé. Comida e água eram providenciadas em forma de gelatina. Ela tinha eletrodos para monitorar seus sinais vitais. Os primeiros dados da telemetria mostraram que ela estava agitada, mas comia a ração.

Os soviéticos nunca planejaram trazer Laika de volta. Eles providenciaram oxigênio suficiente para ela viver por angustiantes 10 dias. A verdade sobre quanto tempo ela sobreviveu e qual foi a causa da morte só veio à tona em 2002. Dimitri Malashenkov, do Instituto para Problemas Biológicos, em Moscou, afirmou em um congresso nos Estados Unidos que a cadela sobreviveu por poucas horas após o lançamento. Laika foi escolhida entre 10 cachorros por ser considerada mais sociável. Ela aprendeu a suportar vibrações, falta de gravidade e o espaço reduzido da nave.

Apesar de toda a preparação, ela morreu devido a uma combinação de superaquecimento e pânico. Em 14 de abril de 1958, após 162 dias em órbita, a Sputnik 2 se desintegrava na reentrada na atmosfera. Quatro anos antes do anúncio de Malashenkov, o ex-diretor do programa soviético para envio de animais ao espaço no anos 50, Oleg Gazenlo, disse se arrepender de ter enviado Laika ao espaço, pois eles haviam condenado a cadela a uma morte certa.

Com informações do Terra

Nota da Redação: O caso de Laika foi emblemático por ter sido uma das primeiras vítimas da exploração animal no espaço. Forçada ao experimento sem a capacidade de aceitar ou recusar, sofreu muito ao ser lançada ao espaço até a morte, com o agravante de que os seus exploradores não pensavam em trazê-la de volta, não tinham em mente a ideia de salvá-la, estavam descartando sua vida. Hoje em dia ainda há aqueles que querem continuar explorando animais para fins de desenvolvimento da tecnologia espacial, e é contra isso que os defensores dos animais precisam se manter lutando. A militância animal mundial precisa continuar atuando para que o desenvolvimento da ciência não seja mais um motivo de exploração, crueldade e morte violenta de tantos animais sob mãos humanas. E isso serve também aos experimentos vivisseccionistas em terra, nos quais milhões de animais são aprisionados, torturados e assassinados todos os anos pelo pretexto de beneficiar a humanidade, como se esta espécie fosse moralmente superior às espécies dos animais explorados em laboratórios.

Fonte: ANDA

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