Pedofilia: uma orientação sexual?

NOTA DO AUTOR: A APA não confirmou essa mudança no DSM. Ao que tudo indica, foi erro de interpretação do site. Mas seguimos atentos a essas novas tendências, pois claramente tem gente lutando para suavizar a doença que é a pedofilia.

Leio que a pedofilia foi reconhecida oficialmente pela American Psychiatric Association (APA) no último DSM como uma “orientação sexual” ou uma “preferência”, e não mais uma desordem. Mais uma bizarrice do mundo atual, pós-moderno, relativista moral, onde “vale tudo” e nada é “errado”.

Falei disso no meu livro Esquerda Caviar, antecipando que os “progressistas” ainda vão conseguir suavizar esse absurdo com o tempo. Alguém ainda duvida? Então não sabe com quem está lidando! Eis o trecho do livro:

O jornal britânico de esquerda, The Guardian, publicou um artigo no começo de 2013 chamadoPaedophilia: bringing dark desires to light, em que até mesmo a pedofilia é tratada como algo quase normal. O jornal deu espaço para Sarah Goode, da Universidade de Winchester, expor sua opinião de que um em cada cinco adultos são capazes, em certo grau, de ser sexualmente despertados por crianças.

Não satisfeita, Goode pensa que a compreensão é o caminho para lidar com a questão, e que permitir que pedófilos sejam tratados como cidadãos ordinários, com os mesmos padrões morais dos demais, respeitando e valorizando aqueles que conseguem escolher a restrição autoimposta, só traria ganhos à sociedade.

Os resultados dessa propaganda esquerdista começam a aparecer. Um rapaz foi preso no interior de São Paulo no começo de 2013 por abusar de seus próprios sobrinhos. No depoimento, apelou para a vitimização: era “vesgo e feio”, e era muita “tentação” trabalhar com aquelas crianças. No mais, ele mesmo fora abusado na infância, segundo alegava. Logo, queria “tratamento”, em vez de prisão.

Os intelectuais de esquerda infantilizaram tanto a humanidade, com a crença de que ninguém mais é responsável pelos seus atos, que chegaram ao limite de tolerar ou mesmo até respeitar os pedófilos! São infantis “inocentes” defendendo os infantis monstruosos. Será que a revolução cultural marxista não tem mesmo limites? Até onde vai na confusão entre liberdade e libertinagem?

Pois é, caros leitores. Melhor manter seus filhos e filhas bem longe dos progressistas moderninhos! A verdadeira desordem psiquiátrica é justamente esse esquerdismo doente, que relativiza tudo e não encontra mais parâmetro algum de comportamento decente.

Fonte: Veja – Blog de Rodrigo Constantino

seloDEVASTAÇÃO: Fiz um levantamento sobre este assunto nos principais portais de notícias na Internet e adivinha… Pouquíssimos tocaram no assunto. É muito importante que você entenda que aquele que não afronta tal questão, está subliminarmente apoiando e este tem sido o papel da mídia tradicional, ocultando diversos temas que claramente trariam uma repercussão negativa se colocada de forma clara aos leitores e telespectadores, mas ocultando o assunto, ela lava suas mãos, fazendo de conta que tal problema nem exista. O pior é que existe e está ai sendo defendido abertamente por pessoas desequilibradas. Não pense você que tal corrente de pensamento já não está presente aqui entre os setores governamentais, judiciais e de áreas da saúde. Ahh, e quem já não viu o tema pedofilia em novelas globais, colocando o criminoso como vítima dessa sociedade? Ultrapassamos o fundo do poço, literalmente.

(Roberto)

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Exposição polêmica quer denunciar o abuso de crianças

O artista cubano Erik Ravelo estreou sua nova exposição, batizada de “Os Intocáveis”. O propósito, segundo ele, é denunciar o abuso sofrido por crianças em diferentes partes do mundo. São sete imagens de crucificações, com um adulto servindo como cruz enquanto as crianças ficam na mesma posição que Jesus.

São temas polêmicos como a pedofilia, energia nuclear, guerras e obesidade infantil.  O artista diz que isso revela como as crianças são maltratadas em lugares como Síria, Tailândia, Estados Unidos e Japão. Para ele, o objetivo é mostrar que a infância não deveria ser violada.

Mas quando Ravelo utiliza uma imagem tão familiar e sagrada para centenas de milhões de cristãos em todo o mundo, é inevitável que grupos religiosos se posicionem contrários a ela. Em especial os católicos que veem um padre servir como um símbolo de morte para crianças.

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Seu autor parece não se importar. Ele formou-se na Academia Nacional de Belas Artes de San Alejandro, em Havana, Cuba. Já fez material para as campanhas da Organização Mundial da Saúde contra a violência, o uso de tabaco e de segurança no trânsito.  Dois anos atrás, em uma campanha que desenvolveu para a marca italiana Benetton chamada “Unhate” [Não ao ódio] onde mostrando vários líderes mundiais se beijando. Uma das fotomontagens mostrava o Papa Bento XVI “beijando” Ahmed Mohamed el Tayeb, imã da mesquita de Al Azhar no Cairo.

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Na ocasião, a marca de roupas foi processada e precisou doar uma quantia em dinheiro em prol da igreja e tirar a imagem de divulgação. “A Santa Sé não quis pedir indenizações de natureza econômica, mas quis obter o ressarcimento moral de reconhecimento do abuso realizado e afirma a sua vontade de defender, inclusive por meios legais, a imagem do pontífice”, explica o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. O Vaticano ainda não se pronunciou sobre as novas imagens produzidas por Erik Ravello e que foram divulgadas essa semana. Com informações de Terra e Contra Papel.

Fonte: Gospel Prime

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“Queremos diminuir ou mesmo erradicar essa praga da internet”, explica um porta-voz do grupo em vídeo

Depois de um tempo de férias após um de seus principais membros ter revelado que era um agente duplo à serviço da CIA, o Anonymous definitivamente voltou à ativa neste começo do mês de julho. Na última terça-feira, o grupo de hacktivistas assumiu o crédito pelo roubo de mais de 2,4 milhões de e-mails de representantes do governo sírio, e um dia depois lança uma megaoperação de combate à pedofilia na internet: a #OpPedoChat. De acordo com um vídeo postado no último dia 8 de julho, a operação espera “diminuir ou mesmo erradicar essa praga da internet”. A ideia do grupo é hackear servidores de sites de pedofilia e divulgar o endereço de IP das pessoas que os alimentam e acessam.

“Chamou a nossa atenção o surgimento de diversos sites dedicados ao compartilhamento de imagens de crianças e que disponibilizam programas de bate-papo para pedófilos”, explica o vídeo. “Para o bem do nosso grupo e da humanidade, e também para o nosso próprio divertamento,  devemos expulsar da internet e destruir sistematicamente fóruns como esses, impedindo que eles continuem a funcionar”.

O grupo já divulgou alguns links no Pastebin com informações de supostos pedófilos (veja os quatro links postados).

No ano passado, o Anonymous realizou uma operação semelhante, a #OpDarknet, que teve como alvo o grupo de pedófilos que se refugiava no anonimato da chamada deep web, uma rede alternativa que pode ser acessada por programas anti-censura como o Tor.

Tradução do vídeo:

Olá Cidadãos do mundo, nós somos Anonymous. Queridos irmãos e irmãs. Agora é a hora de abrir os olhos e expor a verdade! Recentemente, chegou ao nosso conhecimento que tem havido uma onda de sites dedicados a pedófilos para bate-papo e compartilhamento de fotos. Estes doentes defendem abertamente conceitos como “homem-garoto amor” com afirmações como “Se o menino (neste caso, apenas 8 anos de idade) está pedindo por isso, não devemos negá-lo “. Isto não se limita aos rapazes, para as meninas também existem e operam com impunidade. A pornografia infantil são freqüentemente negociadas e até mesmo fotos inocentes de crianças aleatórios (na praia, em um parque infantil, etc) são publicamente desejadas. Isto é inaceitável e não será tolerado.

Anonymous reconhece isso como uma empreitada séria e não espera que ele seja concluída em um período curto de tempo. Facções de Anônimo de todo o mundo estão participando de sub-operações. As informações sobre pedófilos estão sendo recolhidas e divulgadas.

Anonymous deve expor esses sites pedófilos para quem quiser ver quem eles realmente são. O 99 por cento vai espalhar a palavra destas práticas de pedófilos repugnantes.

O ANONYMOUS convoca os 99%, para contato com os representantes eleitos e diga-lhes para parar essas práticas repugnantes por pedófilos. O ANONYMOUS convoca os 99%, para entrar em contato com cada repórter e blogueiro para criar pressão política e social nesses sites pedófilos.

Links no Pastebin com informações de supostos pedófilos:

http://pastebin.com/4nmbMen9

http://pastebin.com/xRgzgiKV

http://pastebin.com/wL0Us67q

http://pastebin.com/YxqcMre4

Somos ANONYMOUS.

Nós somos uma legião.

Nós não perdoamos

Nós não esquecemos

Esperem por nós.

Fontes: Olhar Digital /  Anonymous Brasil

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CNN abriga cientista simpático à alegação de predadores de crianças de que a culpa é das “conexões cerebrais”

Indivíduos que estupram crianças ou que fantasiam abusar delas sexualmente merecem simpatia pelo motivo de terem nascido com cérebros de pedófilos?

Essa é a questão levantada por um cientista e âncora famoso da CNN após o recente escândalo envolvendo Jerry Sandusky.

A CNN recentemente publicou uma reportagem de James Cantor, um psicólogo e cientista homossexual do Centro de Dependência e Saúde Mental da Clínica de Comportamento Sexual, que trabalha como professor associado de psiquiatria na Universidade de Toronto.
 
“Parece que é possível nascer com um cérebro predisposto a experimentar um estímulo sexual em resposta a crianças”, escreve ele em seu artigo para a CNN.
 
E continua: “Casos de abuso sexual de crianças que envolvem uma longa sequência de vítimas ao longo de anos ilustram o que pode acontecer quando alguém se rende aos seus interesses sexuais, ou deliberadamente os estimula, independente do dano potencial às outras pessoas. São esses casos que dominam as manchetes e provocam repulsa com relação aos pedófilos. Mas eles são raros. Um número incontável de casos merece simpatia. A ciência sugere que eles são indivíduos que, involuntariamente, nasceram com um impulso sexual ao qual devem resistir continuamente, sem exceção, ao longo da vida toda. Pouca ou nenhuma assistência está disponível para eles”.
 
De acordo com a Associação Americana de Psicologia, Cantor é entusiasmado pelas bases neurológicas do comportamento sexual, e brinca, “Sinto-me sortudo de ter encontrado uma maneira de estimular meu cérebro intelectualmente permitindo-me pensar em sexo o tempo todo”.
 

Alfred Kinsey, pai da pedofilia e adorado por muitos psiquiatras deturpados.

Ele estudou os cérebros de homens pedófilos por meio de ressonância magnética. Cantor explica suas descobertas:

 
“Homens pedófilos possuem uma quantidade consideravelmente menor de substância branca, que é o tecido conjuntivo responsável pela comunicação entre diferentes regiões do cérebro. Os pedófilos executam com desvantagem diversos testes de função cerebral, tendem a possuir estatura mais baixa e são três vezes mais propensos a serem canhotos ou ambidestros (características observáveis antes do nascimento). Embora características não biológicas possam se mostrar relevantes, é difícil, se não impossível, explicar as descobertas da pesquisa descartando um forte papel da biologia”.
 
Ele explica, da sua experiência com esses indivíduos, que os pedófilos agem com base nos seus impulsos sexuais e estupram crianças “quando se sentem mais desesperados”.
 
“No entanto, boa parte do que a sociedade faz tem ajudado a aumentar em vez de reduzir esse desespero”, escreve.
 
Nos EUA, observa Cantor, o foco tende a cair sobre as punições exigidas depois que o abuso sexual aconteceu, em vez de se implantar políticas sociais com foco na prevenção.
 
“Se são as conexões cerebrais que no fim das contas determinam quem irá desenvolver a pedofilia, poderíamos detectá-las cedo o suficiente para evitar o processo?” pergunta. “Até que descubramos mais informações, faremos um bem maior tornando mais fácil para os pedófilos buscarem ajuda do que forçá-los à discrição solitária”.
 
Enquanto isso, o âncora da CNN se intromete para expressar simpatia por Sandusky, considerado culpado de 45 das 48 acusações de abuso sexual depois de ter estuprado 10 garotos ao longo de 15 anos.
 
Don Lemon, da CNN, um homossexual assumido que revelou que foi estuprado quando criança, entrevistou Cantor sobre as suas descobertas. No trecho, ele afirma:
 
“Sei que muitas pessoas irão me enviar mensagens de ódio por isso. Nunca fui o tipo de pessoa que se alegra com a desgraça dos outros, e quando vi Jerry Sandusky sair algemado, senti um pouco de pena dele, mesmo que saiba que o júri havia descoberto que ele havia feito coisas terríveis, pensei: ‘A vida dele acabou’. Todos esses meninos, foi terrível para eles também. Não há vencedores”.
 
Enquanto isso, alguns especialistas alertam sobre campanhas bastante controversas nos últimos anos que buscam a simpatia, e até a normalização, da pedofilia.
 
No ano passado, a Dra. Judith Reisman, que lidera uma investigação do Ministério de Justiça dos EUA sobre o abuso sexual de crianças, afirma que os defensores da pedofilia estão utilizando a mesma estratégia aplicada com sucesso para tornar o homossexualismo um assunto de sala-de-aula para crianças pequenas nas escolas públicas do país.
 
Conforme noticiado pelo WND, Reisman esteve em uma conferência feita pelo grupo de defesa das “pessoas que sentem atração por menores” B4U-ACT, cujo objetivo era o de disseminar “informações precisas” sobre a posição de que a pedofilia é nada mais do que uma orientação sexual alternativa.
 
“Se um país estrangeiro viesse e fizesse isso em nosso país, todos ficariam escandalizados”, disse Reisman a respeito do evento do B4U-ACT, em que também esteve presente Matt Barber, vice-presidente do Liberty Counsel Action.
 
Os palestrantes pediram a remoção da pedofilia da lista de distúrbios mentais da Associação Americana de Psiquiatria no seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM).
 
Reisman explica que a mesma estratégia foi utilizada pelos ativistas homossexuais na década de 1970, quando a atração pelo mesmo sexo foi removida da lista de distúrbios da Associação. Mais tarde, seguiu-se a legalização do “casamento gay”, as aulas obrigatórias sobre o homossexualismo nas escolas públicas e a política que permite o homossexualismo assumido nas forças armadas dos EUA.
 
“O Dr. John Sadler (Universiade do Texas) argumentou que critérios diagnósticos para distúrbios mentais não deveriam ser baseados em conceitos de vício, uma vez que tais conceitos estão sujeitos a mudanças de atitudes sociais, o que desvia os profissionais de saúde mental do seu papel como terapeutas”, disse a organização B4U-ACT em um relatório sobre sua conferência em Baltimore.
 
Outra celebridade foi Fred Berlin, da Universidade de Johns Hopkins, que argumenta em favor da “aceitação e da compaixão por pessoas que sentem atração por menores”, continua o relatório.
 
O relatório se refere enfaticamente a “pessoas que sentem atração por menores” em referência aos pedófilos, e explica que as questões podem ser resolvidas com “informações precisas”. Richard Kramer, que representou o B4U-ACT no evento, sustentou que listar a pedofilia como uma desordem estigmatiza as “vítimas” dessa escolha de estilo de vida.
De acordo com Barber, os palestrantes da conferência disseram que o Manual Diagnóstico deveria “se concentrar nas necessidades” dos pedófilos e deveriam ter “um foco mínimo no controle social” em vez de um foco na “necessidade de proteger as crianças”.
 
Barber, defensor veemente dos valores judaico-cristãos e da família tradicional, disse ao WND que a conferência foi “a Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos [conhecida pela sigla em inglês NAMBLA] disfarçada da linguagem pomposa de Ph.Ds elitistas”.
 
A NAMBLA defende abertamente a legalização das relações sexuais entre adultos e crianças.
 
“Isso é um monte de relativistas morais bem-educados da comunidade de saúde mental tentando atingir a tolerância absoluta”, afirma Barber. “Essa gente são discípulos de Alfred Kinsey”.
 
Foi nas décadas de 40 e 50 que Kinsey, o “pesquisador” sexual, Kinsey publicou os seus escritos ridicularizando o casamento, a fidelidade e a castidade e pregando a experimentação sexual generalizada. Mas de acordo com a pesquisa de Reisman no livro “Sexual Sabotage” (“Sabotagem Sexual”), a pesquisa de Kinsey foi compilada com informações frequentemente obtidas de criminosos sexuais encarcerados, que depois eram retratados como integrantes da classe média americana.
 
Barber disse que os temas da conferência se tornaram claros rapidamente:
 
* Os pedófilos são injustamente “demonizados” na sociedade.
* O conceito de “errado” não deveria ser aplicado a “pessoas que sentem atração por menores”.
* “Crianças não são inerentemente incapazes de consentir” à relação sexual com um adulto.
* “O desejo de uma adulto de ter relação sexual com crianças é ‘normativo’”.
* E o Manual Diagnóstico “ignora que os pedófilos ‘possuem sentimentos de amor e romance por crianças’ da mesma forma que adultos heterossexuais possuem uns pelos outros”.
 
Barber observa que o palestrante autointitulado “ativista gay”, Jacob Breslow, afirma que é natural que as crianças sejam “o objeto da nossa atração”. Breslow sustenta que os pedófilos não deveriam precisar de consentimento de uma criança para ter relações sexuais da mesma forma que não precisam de consentimento de um sapato para calçá-lo, de acordo com Barber.
 
Berlin havia noticiado anteriormente que 67% dos pedófilos e estupradores de crianças tinham recaídas após serem tratados do distúrbio. Mas os poucos que não tiveram recaídas foram monitorados por apenas dois anos, e qualquer reincidência depois disso não foi relatada. E Reisman observa que mesmo suas “histórias” de sucesso eram anônimas e “não verificadas de forma alguma”.
 
Em um comentário relaciotado feito para o WND, Reisman afirma que “O caminho da Associação Americana de Psiquiatria para normalizar a pedofilia segue o sucesso da campanha do anarquismo homossexual. Possivelmente o lobby da mídia pedófila orientou os beijos apaixonados entre meninos na série de TV ‘Glee’ para permitir que seus amigos “que sentem atração por menores” possam ser vistos cada vez mais como ‘amigos’ sexuais de meninos’.
 
“O B4U-ACT alega estar ‘ajudando profissionais de saúde mental a aprenderem mais sobre a atração a menores e considerar os efeitos dos estereótipos, dos estigmas e do medo’. Enquanto o grupo alega querer ensinar aos pedófilos ‘como viver plenamente e se manter dentro da lei’, ninguém sugeriu como parar com seu desejo sexual por crianças ou com os abusos sexuais”, escreveu.
 
No entanto, em 2010, quando o Cardeal Tarcisio Bertone, secretário de estado do Vaticano, associou o homossexualismo aos abusos sexuais, Cantor rejeitou a alegação de que haveria uma ligação entre o homossexualismo e a pedofilia.
 
“A literatura científica é solidamente clara que não há absolutamente nenhuma associação entre ser gay e ser um pedófilo”, disse à CNN.
 
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Has the normalizing of pedophilia begun?
 
Fonte: Julio Severo
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DEVASTAÇÃO: Esse é o resultado dos estudos de Kinsey e sua Revolução Sexual tão defendidos por ALGUNS psicólogos, psiquiatras, integrantes de certos movimentos abortistas, feministas, LGBT e obviamente por pedófilos.
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